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Vôlei feminino parte em busca do ouro e da revanche

Às 13h30 deste sábado as Meninas do vôlei do Brasil reencontram as norte-americanas, desta vez, a vitória vale o ouro olímpico 11/08/2012 às 10:23
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Meninas do Brasil terão a chance de devolver a derrota sofrida às norte-americanas
Paulo Ricardo Oliveira ---

A seleção brasileira feminina de vôlei tem a chance de devolver a derrota na segunda rodada da fase de grupos de Londres às   norte-americanas e conquistar o bicampeonato olímpico justamente sobre elas. A partida acontece às 13h30 (em Manaus) com transmissão ao vivo pela Record (TV A Crítica).

 Será um jogo de paciência para as meninas sob comando de José Roberto Guimarães, mas nesse quesito elas estão escoladas: na quinta-feira passada o Brasil derrotou o Japão por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/15 e 25/18, com jogadas que demoraram mais dois minutos para a bola cair.

A classificação para a disputa da medalha de ouro foi uma demostração de força de conjunto da seleção brasileira, que, após alguns vexames na primeira fase, levou a cabo uma recuperação espetacular em <br/>Londres.

No entanto, o jogo contra os EUA não é fácil. Depois da perda do ouro para o Brasil em Pequim, 2008, as norte-americanas evoluíram no rendimento em quadra  e têm sido a principais algozes da seleção. Nas últimas três edições do Grand Prix, as norte-americanas foram campeãs, deixando as brasileiras em segundo lugar.

A vitória sobre o Brasil na fase de grupos foi uma prova da força do voleibol tático das norte-americanas, que perderam apenas dois sets no certame até então.

Previsão de jogo difícil

A equipe brasileira considera as rivais favoritas ao título e prevê dificuldade tática. A meio-de-rede Fabiana reconheceu a dificuldade de enfrentar um time que ainda não perdeu na competição, mas deu a receita para superar os poucos erros dos Estados Unidos, afirmou a jogadora. “Agora é focar, concentrar, é uma partida difícil. O que vai contar nessa partida agora é coração. A gente sabe que é uma final olímpica. Graças a Deus, o time está mais confiante acho que o grupo está jogando mais solto, mais tranquilo. Então agora é coração dentro de quadra, estudar e focar para gente fazer uma grande partida”. 

 Agora a história é outra

 A oposto Sheilla tem opinião diferente das demais companheiras sobre o favoritismo dos EUA. A jogadora crê que a supremacia  americana tenha acabado antes da decisão. “Final é final, vai ser um jogaço. A gente vai entrar pra vencer, pra deixar esse ouro no Brasil, que já é nosso. Estados Unidos chegou forte na final, não perdeu nenhum jogo, mas agora é tudo diferente”.

A jogadora afirmou que a postura do Brasil será totalmente diferente do que foi apresentado na primeira fase, quando o time acabou derrotado pelas americanas por 3 sets a 1. “Com certeza, acho que o jogo que a gente fez na primeira fase com elas não conta. Até o jogo que a gente fez com a Coreia, a gente estava se encontrando dentro de quadra, meio ainda que o jogo não saía. Agora é outro Brasil e a gente vai buscar este ouro”.