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Amazônia
Cotidiano, Cheia, enchente, Subcomandec, Centro de Manaus

A poucos centímetros da cheia de 2009, Manaus tem ruas comprometidas

Por conta do nível das águas do rio Negro, algumas ruas do Centro da capital já se encontram interditadas ou com sacos de areia e pontes de madeira, para viabilizar a passagem de pedestres 14/05/2012 às 19:54
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No entorno do prédio da Alfândega, pedestres caminham sobre sacos de areia
Síntia Maciel Manaus

Apenas cinco centímetros separam a cota do rio Negro, nesta segunda-feira (14), que foi de 29,72 metros - de acordo com a medição da Superintendência Navegação Portos e Hidrovias do Amazonas (SNPH) - para a marca da cheia histórica de 2009, cujo valor alcançado foi de 29,77 metros.

Por conta do nível das águas, algumas ruas do Centro de Manaus, já se encontram interditadas ou com sacos de areia e pontes de madeira, para viabilizar a passagem de pedestres, como é o caso de uma parte da avenida Floriano Peixoto, no entorno do prédio da Alfândega, e também na rua dos Barés e Barão de São Domingos , onde o comércio amarga prejuízos.

Na manhã desta segunda-feira (14), o trecho da avenida Eduardo Ribeiro, próximo ao Relógio Municipal, foi interditado pelo Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans).

Cal
Outra ação emergencial realizada também na manhã desta segunda-feira, foi o lançamento de óxido de cálcio (Cal), na rua dos Barés, para conter o mau cheiro que exala no local, por conta do bueiros entupidos.

A ação foi realizada pelo Subcomando de Ações de Defesa Civil (Subcomadec).

O lançamento do produto químico no local se deu pelo fato da impossibilidade de instalar bombas de propulsão para retirar a água parada.