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Comunidades afetadas pela cheia dos rios no AM recebem visita do Idam

As visitas foram feitas com objetivo de conhecer a situação dos agricultores familiares residentes na área de várzea 23/03/2012 às 20:47
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Com a cheia, o agricultor Raimundo da Silva Batista, 48, começou a apresentar perdas na sua produção de juta
acritica.com Manaus (AM)

A Unidade Local do Idam/Tefé em parceria com a Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (Sempa) e Defesa Civil do Município visitou esta semana, as comunidades afetadas pela cheia do rio Solimões no município de Tefé (a 575 km de Manaus).

De acordo com o gerente local do Idam, Sidney Araújo, as visitas foram feitas com objetivo de conhecer a situação dos agricultores familiares residentes na área de várzea (terreno às margens de um rio que é inundado em época de enchente).O gerente ressaltou também, que o Idam junto aos órgãos municipais, vai traçar estratégias para que, nesse período, a qualidade de vida deles não seja afetada.

As comunidades de várzea, que receberam as visitas dos órgãos competentes foram, Novo Porto, São Luis do Macari, São Francisco do Aratamã, São Francisco do Piranhal, Santa Cruz e Santa Maria.

Durante as visitas, foi entregue, a cada uma das famílias das comunidades, um purificador de água. Outro destaque foi o incentivo dado aos moradores no cultivo de hortaliças em canteiro suspenso, devido às terras estarem alagadas para o cultivo de hortaliças no solo.

Segundo a secretária municipal de Produção e Abastecimento, Josianne Pedrosa, o apoio dado pelo governo do Estado tem sido fundamental. "A preocupação do município é, principalmente por conta da qualidade da água, que nesse período prejudicada pela enchente, podendo até comprometer a saúde da população", enfatizou.

As atividades são voltadas não somente para o período da cheia, mas também durante a estiagem (vazante dos rios), por conta da escassez de alimentos. No Amazonas, os rios (considerados um dos mais importantes meios de transportes dos agricultores da várzea) ficam intrafegáveis, deixando isoladas centenas de comunidades ribeirinhas no Amazonas.

Com informações da assessoria.