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Amazônia
Cotidiano, Inpa, SBPC, MCTI, tecnologia, Interatividade

Durante eventos da SBPC público visita virtualmente o Inpa

Por meio de um televisor touch screen, o usuário tem a possibilidade de fazer uma visita virtual em unidades de pesquisas do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, por exemplo 26/07/2012 às 14:02
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Tecnologia virtual é utilizada para atrair o público a conhecer unidades de pesquisa, como o Inpa
acritica.com Manaus

Interatividade é a palavra que define relação de aproximação entre os Institutos de Pesquisa e o público que visita diariamente a 20ª EXPOT&C, atividade paralela na 64ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís. 

Na ilha do conteúdo, por meio de um televisor touch screen, o usuário tem a possibilidade de fazer uma visita virtual em unidades de pesquisas do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI).

O ministério montou um sistema onde todas as unidades de pesquisa enviaram fotografias, vídeos e informações para que o público possa visitar virtualmente a Instituição. Para o Coordenador de Extensão do Inpa, Carlos Roberto Bueno, a novidade aproxima o público, que pode fazer uma visita rápida aos Institutos de pesquisa. 

De acordo com a estudante de Licenciatura em Pedagogia da UFMA, Léia Araújo, a ideia é aproveitar a oportunidade para superar as dificuldades de utilização da tecnologia e conhecer o trabalho dos Institutos.

“Para a sociedade brasileira hoje, a tecnologia parece apresentar-se com grandes dificuldades, mas isso aqui é um meio onde nós podemos conhecer melhor as tecnologias e utilizá-las para compreender mais o trabalho dos Institutos de pesquisa”, disse.

Na ocasião, Bueno revelou que a mesma tecnologia estará sendo levada para o Bosque da Ciência do Inpa.

“Esse sistema é que estaremos levando para a Casa da Ciência, para que nós tenhamos, mais específico com relação à instituição, esse tipo de interatividade. É um sonho que temos também de que futuramente isso possa ser muito mais amplo, onde você possa ver o curso dos rios, vazante e cheia, construir uma maquete virtual que possibilite saber quais os cenários de alagações e gerar massa crítica sobre desenvolvimento regional”, destacou.