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Mais de 100 casas populares rurais são inauguradas em diversos municípios do Amazonas

O programa pretende beneficiar o homem do campo diminuindo o êxodo rural no Amazonas e dando mais qualidade de vida aos produtores rurais 30/05/2012 às 11:58
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Serão entregues 108 casas populares nos municípios de Tefé, Alvarães, Maraã, Tonantins e Amaturá nos dias 2 e 3 de junho
acritica.com Manaus

A Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), inaugura neste sábado (2) a décima Unidade de Produção de Alevinos (UPA) no Amazonas. A unidade foi construída em Tefé (a 523 km de Manaus) com o apoio do Ministério da Pesca e Aqüicultura, com recursos da ordem de R$ 765 mil. As UPA’s estão sendo construídas em 14 cidades do Estado com potencial para a piscicultura. 

Cada UPA é composta por quatro tanques com 600 metros quadrados. Em cada um deles serão colocados aproximadamente 320 pós-larvas, das quais, normalmente, 50% tornam-se alevinos.


Com uma produção que pode ser renovada por aproximadamente quatro vezes em um ano tem-se 560 mil alevinos, o equivalente a aproximadamente uma tonelada de peixe por ano. Ainda serão entregues UPA´s nos municípios de Borba, Apuí, Caapiranga e Anori.

De acordo com o titular da Sepror, Eron Bezerra, as unidades significam o pontapé inicial de um grande projeto para o interior. “O Governo do Estado não dá o peixe, ele ensina a pescar. Leva oportunidade para o campo”, disse.

O secretário Eron Bezerra explica a meta das UPA’s. “Nosso objetivo é aumentar a produção de pescado e descentralizar a produção de alevinos, feita até então somente em Balbina, Presidente Figueiredo”.

Casa Popular Rural

Além de casas, também serão entregues 108 casas populares nos municípios de Tefé, Alvarães, Maraã, Tonantins e Amaturá nos dias 2 e 3 de junho.

O programa pretende beneficiar o homem do campo diminuindo o êxodo rural no Amazonas e dando mais qualidade de vida aos produtores rurais. As famílias contempladas com as casas foram previamente cadastradas pela Sepror.

As casas foram construídas com recursos do Ministério das Cidades e têm área de 44 metros quadrados projetados de acordo com os costumes locais. Os cômodos dividem-se em sala, quarto, cozinha, banheiro e varanda.  A principal preocupação do governo do Estado é entregar as casas no nome da mulher para evitar que ela e os filhos fiquem sem moradia caso haja algum tipo de desentendimento entre o casal.