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Sete municípios do Amazonas já decretaram Estado de Emergência

Com essa classificação os municípios poderão pedir auxílio de recursos do Governo Federal para reparar os possíveis danos causados pela cheia 05/03/2012 às 17:18
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Águas do Purus continuam a subir e assustam moradores ribeirinhos
Acritica.com Manaus

Sete municípios do Amazonas já decretaram estado de emergência devido às cheias dos rios, outros 35 municípios decretaram estado de alerta e Boca do Acre está em estado de calamidade pública. Os dados foram levantados pela Associação Amazonense de Municípios (AAM) no último fim de semana e divulgados nesta segunda-feira (5).

Dos 62 municípios do Amazonas apenas 18 estão sendo considerados em “estados de normalidade”. O município mais afetado com as cheias dos rios é o de Boca do Acre, localizado na região do Purus a 1.028 quilômetros de Manaus, considerado em “estado de calamidade pública”.

Os municípios em estado de alerta, na prática, são orientados a tomar medidas preventivas quanto à cheia que se aproxima, como por exemplo, não transitar em determinadas áreas do município e da zona rural que estão sujeitas a riscos e preparativos para possíveis resgates.

Os sete municípios considerados em estado de emergência podem pedir auxilio de recursos da União para reparar possíveis estragos provocados.

Segundo o levantamento feito pelo AAM, os municípios da calha do Purus e Juruá (Boca do Acre, Canutama, Lábrea, Pauini e Tapauá) são os mais afetados, quatro deles estão em estado de alerta e um em calamidade pública.

Carauari, Eirunepé, Guajará estão em situação de emergência e Itamarati em estado de alerta. No Baixo Amazonas apenas Urucará está em situação normal.

Dentre os 15 municípios da calha do Madeira, do Médio Amazonas e do Alto Rio Negro, apenas 15 estão em estado de alerta e um de emergência (Itacoatiara).

Manaus e outras 17 cidades foram classificadas como estado de normalidade.