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Manaus Hoje
HOMICÍDIO

Grafiteiro é morto com tiros à queima-roupa quando ia trabalhar em Manaus

Segundo familiares, “Sueko” já havia se envolvido com o tráfico de drogas, mas há mais de um ano já não fazia mais parte do mundo do crime 03/04/2018 às 10:44 - Atualizado em 03/04/2018 às 10:47
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Larissa Golvin Manaus (AM)

O grafiteiro Vinicius Almeida da Silva, de 31 anos, conhecido no meio artístico como “Sueko”, foi morto com tiros à queima roupa na noite dessa segunda-feira (2), em Manaus, quando estava indo trabalhar na rua 11 no bairro Mutirão, Zona Norte de Manaus.

Segundo informações da 27ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), os policiais militares faziam patrulhamento de rotina quando escutaram os barulhos dos disparos de arma de fogo e foram até o local onde aconteceu o crime. Ainda conforme a polícia, os criminosos estavam em um carro modelo Etios, de cor branca. Os policiais fizeram a abordagem e apreenderam um adolescente de 17 anos, mas os outros quatro suspeitos conseguiram fugir. 

Um amigo da família que pediu para não ter o nome divulgado contou que Vinicius se envolveu com o tráfico de drogas, mas há mais de um ano já não fazia mais parte do mundo do crime. “Ele chegou a se envolver, e viu que aquilo não era vida pra ele", disse.

O homem contou ainda que a suspeita da morte de Vinicius seja de um acerto de contas. “Nós achamos que tenha sido um crime encomendado, porque, diziam que ele era envolvido na morte do filho de um traficaste aqui da área, mas ele não tinha nada a ver com isso, ele era apenas pai de família. Deixou dois filhos e não tinha mais envolvimento com nada”, relatou.

Com o adolescente apreendido foram encontradas 108 munições de diversos calibres, dois coletes balísticos, três balaclavas e uma submetralhadora. O infrator foi conduzido para a Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai), onde deverá responder por ato análogo ao crime de homicídio, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e posse irregular de arma de fogo de uso restrito.

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) está investigando o caso.

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