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Suspeita de jogar bebê no Rio Negro é presa com drogas, em Manacapuru (AM)

Em 14 de agosto de 2015, o bebê Pablo Pietro, de quatro meses, foi arremessado de um barco no Rio Negro, perto do porto do São Raimundo, Zona Oeste de Manaus. 11/05/2016 às 10:02 - Atualizado em 11/05/2016 às 10:07
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Foram presos Cleudes Maria Batista de Moraes, 22, Leandro Pontes de Oliveira, 27, Washington Furtuoso Ramos, 25 e Leivan Ribeiro Rosas, 25, Leivan Ribeiro Rosas, 25 e uma menor
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Suspeita de ter arremessado o próprio filho de um barco no rio Negro, em 14 de agosto do ano passado, a jovem Cleudes Maria Batista de Moraes foi presa na última sexta-feira (6), no município de Manacapuru (AM) com um grupo de pessoas - incluindo uma menor -, consumindo drogas.

De acordo com informações da Polícia Militar, uma guarnição estava em patrulhamento pela Rua Caapiranga, bairro União quando avistaram um menor no portão de uma residência comprando algo a princípio não identificado.

Ao ser abordado, foi encontrado com o menor uma trouxinha de substância entorpecente, supostamente maconha. Indagado, ele afirmou que havia comprado de um homem identificado como Washington Furtuoso Ramos, 25.

A PM então fez o cerco na residência do acusado, adentrou no local e encontrou Washington e Leivan Ribeiro Rosas, 25. Quando avistaram os policiais, os dois tentaram fugir do local, sem êxito. Ao realizarem averiguação no interior da residência, constataram a presença de mais três pessoas: Leandro Pontes de Oliveira, 27, uma menor de 16 anos e Cleides Maria.

Na residência, foram encontradas (três) porções grandes de uma substância entorpecente, 5 celulares, 2 relógios, 1 cordão, 1 Motocicleta Honda cor roxa placa OAF 0399, 1 carteira porta cédulas, a quantia de R$102,00 (cento e dois reais). Os suspeitos foram apresentados na Delegacia Interativa de Manacapuru.

O caso

Em 14 de agosto de 2015, o bebê Pablo Pietro, de quatro meses, foi arremessado de um barco no Rio Negro, perto do porto do São Raimundo, Zona Oeste de Manaus.

Os principais suspeitos eram os pais, o canoeiro Josias de Oliveira Alves e Cleudes Maria Batista de Moraes. O pai teria discutido com Cleudes e jogou a criança. Já a mãe afirmou que foi enforcada, mas fugiu nadando.

Preso desde setembro de 2015, Josias foi liberado pela juíza da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Mirza Telma de Oliveira. A juíza argumentou o excesso de prazo, alegando que a liberdade do acusado não oferecia nenhum risco a sociedade. No mês passado, a juíza havia afirmado que o caso ainda poderia ter uma reviravolta e surpreender muita gente.