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Ação emergencial da Sepror quer combater o desperdício de pescado no Estado

A ação faz parte do projeto da Secretaria chamado Peixe Popular e irá contar com seis caminhões frigoríficos com capacidade de armazenar 10 mil toneladas de peixe. O produto será comercializado em pontos fixos e móveis nas quatro zonas de Manaus 15/08/2012 às 21:47
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Sepror dá coltiva sobre ação emergencial
acritica.com Manaus (AM)

A Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror) inicia na quinta-feira (16) cinco ações para combater o desperdício de pescado em Manaus, a exemplo do que vem ocorrendo por conta do excedente de pescado e da ausência de infraestrutura no terminal pesqueiro da capital.

Entre as medidas está a de aumentar a quantidade de veículos do Programa Peixe Popular, que atualmente opera com quatro caminhões e que passará a contar com 6 caminhões frigoríficos abastecidos com 10 mil peixes cada um.

Também começará a funcionar 4 pontos fixos  de venda em Manaus: no bairro Santa Etelvina, na feira da Sepror, Zona Norte; no bairro Morro da Liberdade, entre as ruas José Chavalier e São Vicente, Zona Sul; no bairro Colônia Antônio Aleixo, na rua  Padre Mário -em frente ao campo de futebol-, Zona Leste; e no bairro Compensa, na Avenida Brasil -ao lado do 19º DIP-, na Zona Oeste. para facilitar o acesso dos consumidores e agilizar a venda da mercadoria

Dois frigoríficos serão alugados para armazenar o excedente e recolher o pescado sem condições de comercialização -por estar abaixo do tamanho permitido para pesca- e inadequado para o consumo direto, transformando-o em ração animal ou farinha de peixe ou, ainda, em adubo orgânico.

Distribuição sufocada

O controle da distribuição de pescado é uma atribuição da prefeitura de Manaus. Por decreto municipal nº 7925, de 7 de junho de 2005, apenas o terminal do Porto da Panair, está autorizado em Manaus para desembarque, comercialização e distribuição de pescado.

“O que o Governo quer é juntar-se a prefeitura e aos demais atores para resolver o problema. Inclusive quem vai operar as balsas serão os armadores, mas se for necessário a Sepror vai comprar peixe como sempre comprou porque nossa meta é acabar com o desperdício”, acrescentou o secretário de produção rural do Amazonas Eron Bezerra.