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'Águas do Brasil' quer explicar assinatura de contrato ao MPE-AM

A nota informa que “a intenção do grupo é de se colocar à disposição do órgão e elucidar quaisquer questionamentos que o mesmo (MPE-AM) possua sobre o acordo realizado com o município para a operação dos sistemas de abastecimento de água 18/05/2012 às 18:28
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Amazonino assinou contrato com a empresa Águas do Brasil, a qual e a nova concessionária responsável pelo abastecimento de água de Manaus
Ana Carolina Barbosa Manaus

A empresa Águas do Brasil, a qual responde, agora, por Manaus Ambiental, e que substituirá a Águas do Amazonas na gestão do abastecimento de água e saneamento básico na capital, informou, via nota, que vai entrar em contato com o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM), para disponibilizar a documentação referente ao contrato celebrado com a Prefeitura de Manaus, bem como os detalhes do plano de trabalho a ser desenvolvido na cidade.

A nota informa que “a intenção do grupo é de se colocar à disposição do órgão e elucidar quaisquer questionamentos que o mesmo (MPE-AM) possua sobre o acordo realizado com o município para a operação dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário que será feito pela empresa”.

A assessoria de comunicação informou que o encontro deve ocorrer na próxima semana por iniciativa da empresa. Entre as informações apresentadas, estará como serão aplicados os investimentos e a fonte dos mesmos.

No início da semana, o prefeito Amazonino Mendes (PDT) anunciou a quebra de contrato com a empresa Águas do Amazonas, a qual atua na cidade desde 2000, em decorrência da venda da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama). Horas depois, o prefeito anunciou a assinatura do contrato com a Águas do Brasil, composta por quatro empresas.

Contudo, o MPE-AM informou, em seguida, que preparava uma ação para ingressar na Justiça no intuito de cancelar a transação, que foi realizada sem licitação.

O grupo Águas do Brasil, que vai responder pelo nome de Manaus Ambiental, promete investir R$ 3,4 bilhões nos próximos 18 anos no sistema de abastecimento e saneamento básico de Manaus. A meta divulgada pela empresa é, até 2016, levar água para 98% da população. E, até 2040, tratar 90% dos esgotos da cidade. Hoje, apenas 15% da rede são tratados (dados da prefeitura).