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Alça inferior da Ponte dos Bilhares é totalmente interditada por conta da alagação

Condutores de veículos reclamam dos transtornos gerados em decorrência do bloqueio do trecho na Zona Centro-Sul 09/05/2012 às 20:10
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Ponte dos Bilhares
acritica.com ---

O Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) interditou totalmente nesta quarta-feira (09), a alça inferior da Ponte dos Bilhares, localizada na Zona Centro-Sul de Manaus. O trecho utilizado como retorno para a Avenida Constantino Nery está bloqueado nos dois sentidos em virtude do alagamento gerado pelo aumento do nível das águas do Igarapé do Mindu.

De acordo com o Manaustrans, a decisão pela interdição objetiva garantir a segurança do tráfego ao constatar que a área está alagada pela enchente do Igarapé do Mindu.

Com a interdição, o retorno no sentido Centro/bairro deve ser feito na mesma avenida, a um quilômetro depois da ponte, no semáforo em frente à panificadora Núbia.

Diante da mudança, o canteiro central desse trecho da avenida será reaberto, excepcionalmente, pelo Manaustrans enquanto o retorno embaixo da ponte estiver fechado. No sentido bairro/centro, a opção para retornar deve ser pela avenida São Jorge, rua Artur Bernardes e avenida Constantino Nery.

A área fechada recebeu sinalização e está sendo monitorada por agentes de trânsito. A Manaustrans informa que somente quando as águas começarem a baixar, o trecho da alça inferior da Ponte dos Bilhares será reaberto ao tráfego.

TRANSTORNOS

Com a interdição da alça inferior da Ponte dos Bilhares, por trecho está submerso, os condutores de veículos passaram a ter mais dificuldade para trafegar pela região. O taxista Manoel Aguiar, que tem ponto fixo em um shopping situado nas imediações da Ponte dos Bilhares, reclama dos transtornos gerados pela obstrução da via de acesso.

“Houve um aumento no trajeto e ainda temos que enfrentar o engarrafamento para chegar ao ponto, no mínimo quinze minutos a mais. Agora temos que fazer um contorno no shopping ou ir pela avenida São Jorge”, revela.

Apesar das mudanças no trânsito, o taxista ressalva que ainda é cedo para avaliar se houve ou não queda no fluxo de passageiros na área. “Mas se permanecer assim por muito tempo, os transtornos para os motoristas será maior”, destaca o taxista Manoel Aguiar.