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Aleam realiza 9ª edição da Campanha Preventiva: DST/AIDS

Diretor de Saúde da Aleam, Arnoldo Andrade, ressaltou a preocupação da Casa com a qualidade de vida de seus colaboradores e que a prevenção em todos os níveis de saúde vem sendo incentivado. 18/06/2012 às 13:04
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Palestra visa conscientizar os colaboradores da Casa
acritica.com Manaus

As diretorias de Saúde e de Serviço Social da Assembléia Legislativa do Amazonas (Aleam) realizaram nesta segunda-feira(18), no Auditório Senador João Bosco Ramos de Lima, a nona edição da “Campanha Preventiva: DST/AIDS”. O evento, voltado aos funcionários da Casa, teve como palestrante o diretor-presidente da Fundação Alfredo da Matta, Dr. Carlos Chirano.

O diretor de Saúde da Aleam, Arnoldo Andrade, ressaltou a preocupação da Casa com a qualidade de vida de seus colaboradores e que a prevenção em todos os níveis de saúde vem sendo incentivado. Sobre a campanha de prevenção à AIDS, o diretor lembra que o uso de preservativos ainda é a única maneira de se proteger do mal que ainda não possui cura.

 “Além da informação, devemos lembrar sempre que isso deve ser posto em prática, por isso a nossa insistência com as campanhas e palestras. E os resultados são positivos, pois não há na Aleam nenhum registro de contaminação. Isso mostra que o caminho correto é a informação”, declarou.

Arnoldo Andrade explicou ainda que a realização da campanha no mês de junho se deve à proximidade com o Festival de Parintins. “Nesse período naturalmente as pessoas se soltam, ingerem maior quantidade de bebida alcoólica e acabam tendo uma maior liberdade sexual. Não somos contra, mas defendemos que seja feito com responsabilidade”, observou.

O diretor-presidente da Fundação Alfredo da Matta, Dr. Carlos Chirano, informou que o número de casos de AIDS nas regiões norte e nordeste vem aumentando. No Amazonas, segundo ele, 116 novos casos foram diagnosticados no ano passado. Segundo ele, campanhas educativas, como a realizada pela Aleam, ainda são a melhor forma de se combater a propagação da doença.

“Todo e qualquer movimento de campanha de conscientização para mudar o comportamento das pessoas é importante e só isso vai mudar a evolução dessa doença. Precisamos massificar a informação, porque as pessoas sempre pensam que não vai acontecer com elas. E no interior, onde a informação ainda é precária, a situação é preocupante”, alertou.

 

Fonte: Diretoria de Comunicação