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Amazonas Energia garante que greve dos eletricitários não deve afetar fornecimento de energia

A concessionária relata entender que o movimento de greve é um direito dos trabalhadores, porém espera que esses trabalhadores exerçam seus direitos cumprindo seus deveres de manter os serviços essenciais, como prevê a lei 04/07/2012 às 13:01
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Na manhã desta quarta (4) cerca de 250 funcionários estão paralisados e participam do movimento de greve em frente a sede da Eletrobrás Amazonas Energia
acritica.com Manaus

Em nota enviada pela Eletrobrás Amazonas Energia, a empresa garante que os serviços de fornecimento de energia elétrica não devem ser afetados por conta da paralisação dos eletricitários. A Amazonas energia diz que o suprimento de energia elétrica será mantido de modo a evitar qualquer prejuízo à população.

A concessionária relata entender que o movimento de greve é um direito dos trabalhadores, porém espera que esses trabalhadores exerçam seus direitos cumprindo seus deveres de manter os serviços essenciais, como prevê a lei.

Em relação às reivindicações dos trabalhadores, incluindo a de reajuste salarial, a Eletrobras Amazonas Energia informa que o processo de negociação do Acordo Coletivo continua em aberto.

Na próxima quarta-feira (11) ocorrerá a quarta rodada de negociação, conforme negociado entre as partes. A negociação, como nos anos anteriores, é coordenada pela Eletrobras Holding, com a participação dos representantes de todas as empresas do Sistema e, de outro lado, entidades representantes da categoria em nível nacional e local.

Mobilização
Na manhã desta quarta-feira (4) cerca de 250 funcionários estão paralisados e participam do movimento de greve em frente a sede da Eletrobrás Amazonas Energia, na Avenida Sete de Setembro, Zona Sul de Manaus.

De acordo com o Sindicato dos Urbanitários do Amazonas, no qual são associados os trabalhadores em questão, em seis municípios do interior do Amazonas, as atividades também estão paralisadas, são eles os municípios de Codajás, Parintins, Balbina, Manacapuru, Iranduba e Itacoatiara.

Ainda segundo o sindicato, caso o resultado da reunião que vai acontecer no dia 11 não seja favorável para a categoria, os funcionários devem paralisar novamente as atividades no dia 16, porém por tempo indeterminado.