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Belão e Dr. Gomes devem se livrar de acusações de corrupção no AM

Votação, realizada no TRE-AM, terminou com placar de três votos pela improcedência da acusação. O único voto que falta é do juiz federal Dimis Braga 12/12/2012 às 09:46
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Belão teria feito viagens ao interior sem declarar. Já Dr. Gomes usara a instituição Pró-Saúde com fins eleitoreiros no pleito de 2010
Rosiene Carvalho ---

Os processos que pediam a cassação do deputado estadual Belarmino Lins (PMDB) e a inelegibilidade do vereador Francisco Gomes (PSD) começaram a ser julgados, nesta terça-feira (11), no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). Os julgamentos foram suspensos com o pedido de vistas do juiz federal Dimis Braga, mas pelo placar desta terça-feira Belão e Dr. Gomes devem se livrar das acusações de uso de “caixa 2” e de uma entidade filantrópica com finalidades eleitoreiras, respectivamente. Os processos são referentes às eleições 2010.

Nesta terça-feira, a votação nos processos de Belão e Dr. Gomes terminou com placar de três votos pela improcedência da acusação. Como a Corte Eleitoral está com dois membros a menos, falta apenas o voto do juiz federal que pediu vistas. Ou seja, ainda que Dimis Braga vote contra os réus, os dois se livram da acusação do Ministério Público Eleitoral (MPE).

Belão foi acusado pelo MPE de ter feito uso de caixa 2 por omitir gastos com voos para municípios do interior. O deputado se elegeu com 52.92 votos, sendo que 46.374 foram registrados em municípios do interior do Estado. Belarmino alegou que não declarou viagens na prestação de contas dele porque havia pego “carona” em aeronaves fretadas pela coligação.

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