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Economia, Pecuária, gado, Sepror, Boca do Acre

Boca do Acre ganha parque de exposição agropecuária

Cidade fornece carne e leite não só para o Amazonas, mas para estados vizinhos como Acre e Rondônia, pois possui um abatedouro com certificado federal 10/06/2012 às 19:38
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Parque tem uma área total de 90 mil metros quadrados e espaço para leilão de pequenos e grandes animais
acritica.com Manaus

O município de Boca do Acre – situado a 1028 quilômetros de Manaus -, recebeu na última sexta-feira (8), o seu primeiro parque de exposições agropecuárias. O município é o detentor do maior rebanho bovino do Amazonas com mais de 362 mil cabeças de gado e o status de área livre de febre aftosa.

Construído pela Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) com o apoio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), a obra custou R$ 2,4 milhões e foi adquirida por meio do descontingenciamento de recursos da autarquia.

O parque terá uma área total de 90 mil metros quadrados e espaço para leilão de pequenos e grandes animais, praça de alimentação, alojamentos, banheiros, pavilhões de exposição de animais, um bosque, espaço para administração, arena de shows, além de espaço para a realização de vaquejada e estacionamento.

De acordo com o secretário da Sepror, Eron Bezerra, o empreendimento deve atrair novos investimentos para a região, alem de inúmeras oportunidades para o melhoramento do rebanho local, através da abertura de novos mercados, introdução de tecnologias, troca de informações e experiências.

Vocação pecuária
Boca do Acre possui o reconhecimento nacional e internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com o status de área livre de febre aftosa com vacinação.

A cidade tem expressiva atividade agropecuária, com o fornecimento de carne e leite não só para o Amazonas, mas também para estados vizinhos como Acre e Rondônia, pois possui um abatedouro com certificado federal.

Aproximadamente 1,3 mil pecuaristas vivem da atividade na cidade e se queixavam da falta de um parque apropriado e devidamente estruturado para expor e comercializar seus animais e trazer mais recursos para o município.