Publicidade
Manaus
ZONA OESTE

Briga em condomínio do bairro Ponta Negra vai parar na delegacia nesta sexta-feira (17)

A polícia informou que a briga teria sido motivada porque uma manicure não aceita o preço baixo cobrado pela outra; envolvido diz que ele e esposa são vítimas 17/11/2017 às 17:31 - Atualizado em 17/11/2017 às 22:57
Show briga 123
Fotos: Jander Robson
Fábio Oliveira Manaus (AM)

A assistente social Mara Fontana, 37, e a filha dela, Rebeca Fontana, 22, afirmam que foram espancadas por um casal na tarde desta sexta-feira (17) dentro do condomínio onde moram, na Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus. As duas apontam Lorena Lothar e Ricardo Lothar como os agressores.

Segundo a assistente social, o alvo do casal era a Fernanda de Oliveira, 36, uma manicure que presta serviços dentro do condomínio. Mara Fontana revelou que Lorena também é manicure e não aceita o preço baixo ofertado por Fernanda, que cobra R$ 20. “Essa Lorena cobra de R$ 35 a R$ 50”, disse Fontana.

Ainda segundo ela, ao defender a amiga Fernanda, Lorena puxou uma arma da cintura e deu coronhadas nela e na filha dela, que chegou a desmaiar. O caso foi parar no 19° Distrito Integrado de Polícia (DIP) e um Boletim de Ocorrência foi registrado.

Conforme a Polícia Civil, Lorena e Ricardo também registraram boletim de ocorrência (B.O) como vítima pelo crime de lesão corporal. Eles alegaram que também foram agredidos. O caso será investigado.

Outra versão 

O empresário Ricardo Lothar, de 43 anos, disse ao portal A Crítica que a discussão e briga no condomínio onde mora, na Ponta Negra, Zona Oeste, não foi por conta de oferta entre manicures, uma vez que sua esposa, Lorena Aguiar, segundo ele, não presta esse serviço e que é empresária, possuindo uma loja virtual.

Ele explicou ao A Crítica que ao ver a manicure no Espaço Mulher – usado para moradores – pediu à administração que a retirasse do local, uma vez que ele e sua companheira já foram humilhados por ela e suas amigas, entre elas Mara Fontana, e que por isso pedia que ela não prestasse mais serviços no condomínio.

“É um problema antigo, foi uma discussão entre moradores que resultou nisso. Minha esposa estava a caminho do local, quando cruzou com essa moradora Mara, que já foi falando para ela não se meter com a manicure e já foi metendo a unha na cara da minha esposa. Então o que a Lorena fez foi se defender das agressões”, explicou.

Ainda de acordo com ele, sua esposa também não tem arma de fogo. “Não temos arma, nunca tivemos, somos do bem, sou empresário, o que minha mulher tem é um celular com uma capa pontuda, acho que confundiram. Está totalmente equivocada essa informação”, esclareceu.

Segundo ele, ao chegar do trabalho se deparou com situação e que em nenhum momento fez ameaças contra ela ou a manicure. “No condomínio há câmeras para comprovar. Não teve agressão minha, nem ameaças, todos aqui no condomínio, no grupo de WhatsApp estão a nosso favor, fomos vítimas”, afirmou.

“Nós registramos um BO na delegacia como vítima, fomos vítimas e não agressores, fizemos exame de corpo de delito. Agora vamos esperar a audiência”, contou. 

Publicidade
Publicidade