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Cabos eleitorais reivindicam pagamento por trabalho no 2º turno em Manaus

De acordo com o cabo eleitoral Luiz George Gonzaga Barbosa, 22, a promessa de pagamento por parte dos responsáveis pela campanha teria expirado nessa quinta-feira (25) 26/10/2012 às 14:25
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Os cabos eleitorais que estiveram no comitê de Vanessa Grazzitotin, prometeram realizar manifestação no local, caso o pagamento não seja liberado até as 14h desta sexta-feira
JOELMA MUNIZ Manaus

Cabos eleitorais da candidata à Prefeitura de Manaus, Vanessa Grazziotin (PCdoB), estiveram na manhã desta sexta-feira (26) no comitê central da candidata, localizado na Avenida Tancredo Neves, Parque 10, Zona Centro-Sul de Manaus, para reivindicar o pagamento de seus dias trabalhados durante o segundo turno das Eleições.

De acordo com o cabo eleitoral Luiz George Gonzaga Barbosa, 22, a promessa de pagamento por parte dos responsáveis pela campanha teria expirado nessa quinta-feira (25). Luiz Barbosa, que trabalhou colocando placas da candidata pelas ruas da Zona Oeste de Manaus, disse que tem medo de não receber, "já que eles estão desmontando até as salas dos comitês".

Outro trabalhador, que preferiu não se identificar ressaltou que as informações repassadas pelos organizadores da campanha não são claras quanto ao dia e a forma do pagamento. "Eles só falam para que a gente aguarde, e fica por isso mesmo".

Pagamento
Conforme explicou Vanja Andreia, que é uma das assessoras de Vanessa Grazziotin, a remuneração dos cabos eleitorais está acontecendo de forma gradativa. Eles estariam sendo divididos em grupos, que serão pagos até a tarde desta sexta-feira.

Segundo a assessora, mais de 50% dos cabos eleitorais de Vanessa já tiveram seus pagamentos liberados. A assessoria da candidata esclareceu que a quitação será feita por meio de cheques, o que torna o processo mais lento.

Manifestação
Os cerca de 50 cabos eleitorais que estiveram no comitê de Vanessa Grazzitotin, prometeram realizar manifestação no local, caso o pagamento não seja liberado até às 14h desta sexta-feira. "Voltaremos e faremos uma manifestação se eles não pagarem o que nos é de direito", disse um dos trabalhadores.