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Caças da FAB atacam e destroem pista clandestina na Amazônia durante Operação Ágata 4

A destruição da pista foi resultado de uma ação conjunta da Operação Ágata 4 com a Força Aérea Brasileira, FUNAI, Polícia Federal e o Exército Brasileiro 12/05/2012 às 17:49
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Avião da FAb sobrevoa área de fronteira no Amazonas
acritica.com ---

Dois caças A-29 Super Tucano da Força Aérea Brasileira atacaram, às 12h deste sábado (12), uma pista clandestina a 218 quilômetros de Boa Vista, capital de Roraima. O local foi atingido por bombas aéreas de fins gerais BAFG de 230 quilos.

A ação foi acompanhada em tempo real pelo Comando da Força Aérea na Operação Ágata 4. “Esta pista, que era usada pelo garimpo irregular e ajudava a causar danos ambientais naquela região, está interditada. Nenhuma avião consegue pousar ali”, afirma o Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno, comandante da FAB na operação.

A operação de destruição, foi executada pelos caças do Esquadrão Escorpião (1º/3 º GAV). “Foram empregados dois caças A-29 que se aproximaram da pista a 1,2 mil metros de altitude e iniciaram um mergulho até 600 metros, a altitude ideal para o bombardeio. As bombas foram lançadas e atingiram o solo a uma velocidade de 550 quilômetros por hora. O ataque foi muito preciso”, afirma o Tenente Coronel Mauro Bellintani comandante do Esquadrão Escorpião.  O armamento utilizado é conhecido como Bomba de Baixo Arrasto para Fins Gerais ou (BAFG 230). Com 2,22m de comprimento e 27 cm de diâmetro, o artefato é produzido no Brasil e pesa 500Kg. A seleção da pista que foi destruída é uma ação conjunta da Operação Ágata 4 que envolveu além da Força Aérea Brasileira a FUNAI, a Polícia Federal e o Exército Brasileiro.

Com informações da Agência Força Aérea.