Publicidade
Manaus
Manaus

Cáritas Arquidiocesana de Manaus festeja 50 anos de atuação

Atuando em situações de emergência, com diversos organismos e instituições sociais, e movimentos populares, e na promoção da qualidade de vida dos amazonenses em situação de vulnerabilidade e na superação de toda forma de exclusão, a Cáritas Arquidiocesana de Manaus, instituição reconhecida como de utilidade pública, comemora, amanhã, 50 anos de existência. 28/07/2012 às 14:07
Show 1
Cáritas Arquidiocesana de Manaus festeja 50 anos de atuação
Jornal A Crítica Manaus

Grupo é dedicado a promoção da igualdade social Antonio Menezes Marcela, padre Andrade e Luiza Osório, destacam o papel social do grupo Atuando em situações de emergência, com diversos organismos e instituições sociais, e movimentos populares, e na promoção da qualidade de vida dos amazonenses em situação de vulnerabilidade e na superação de toda forma de exclusão, a Cáritas Arquidiocesana de Manaus, instituição reconhecida como de utilidade pública, comemora, amanhã, 50 anos de existência.

A festa terá início às 10h, com missa na catedral metropolitana, Centro. De acordo com o coordenador da instituição no Amazonas, padre Izaias Andrade, ao longo dos anos, a Cáritas foi amadurecendo com as mudanças ocorridas na sociedade. “As transformações na sociedade, permitiu que a instituição saísse da condição de ‘dar o peixe’ à condição de ‘ensinar a pescar’.

Hoje, fazemos parte de uma rede internacional preocupada pela construção de uma sociedade mais justa e que reconhece a importância das pessoas no mundo, independente da religião”, destacou. Uma das ações, realizada pela instituição em Manaus, é o projeto “Reconstruindo nossa história”, que tira das ruas os filhos de catadores de lixo, dando formação às crianças, em salas da igreja de Nossa Senhora dos Remédios, Centro.

“Em 2007, a Cáritas fez um levantamento que comprovou que 134 crianças andavam com pais, trabalhando como catadores de lixo no Centro, sem tempo para estudar e levar uma vida própria de crianças. Então, começamos um processo de acolhida, dando recreação a elas, e, depois, formação”, lembrou a coordenadora do projeto da Cáritas Marcela Dias.