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Cerca de 1,13 mil empresas abrem as portas em Manaus

As estatísticas da Junta Comercial do Estado do Amazonas (Jucea), também mostram uma redução de 2,94% na quantidade de empresas extintas, quando comparado ao que foi anotado em janeiro de 2012 22/03/2013 às 10:48
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Constituição de empresas aumenta
luana gomes ---

Se no decorrer de 2012 os empreendedores estavam apreensivos quanto à crise financeira mundial, iniciaram 2013 com o “pé direito”. Foram constituídas no Amazonas 1,13 mil empresas nos dois primeiros meses do ano - alta de 7,27% em relação ao que foi registrado em igual período do anterior, com a abertura de 1,06 mil empresas. Os dados são da Junta Comercial do Estado do Amazonas (Jucea).

As estatísticas também mostram uma redução de 2,94% na quantidade de empresas extintas, quando comparado ao que foi anotado em janeiro de 2012. Isto porque os indicadores de extinção apontam que 173 empreendimentos fecharam as portas no início deste ano, enquanto em mesmo período do ano passado foram 245.

Em 2012, nessa mesma época, o número de empresas criadas foi inferior ao seu período antecessor (1,06 mil contra 1,08 mil). Além disso, foram extintas 11 empresas a mais que em janeiro de 2011, quando 234 estabelecimentos deixaram de existir.

Segundo o assessor econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amazonas (Fecomércio/AM), José Fernando Pereira da Silva, mesmo diante de um ano difícil, o comércio mostrou desempenho relativamente positivo, o que deu o gás neste início de ano. “Vale levar em consideração que hoje o comércio participa na receita tributária com valor igual a indústria em alguns meses e levemente superior em outros, o que não costumava acontecer”, pontuou.

Nos dois primeiros meses do ano, o segmento recolheu R$ 467,54 milhões de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos cofres públicos do Estado, valor aproximado ao que foi arrecadado pela indústria (R$ 468,96 milhões), com base em levantamento da Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (Sefaz/AM).

O evento futebolístico pode influenciar no número de aberturas deste ano, de acordo com o secretário-geral da Jucea, Edmilson Barbosa, segundo o qual muitas pessoas estão de olho nas oportunidades relacionadas à  Copa do Mundo, tanto no setor do comércio como no de serviços. “Tem muita gente pensando em abrir, se capacitando”, pontuou.