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Cerol em linha de papagaio ainda ameaça motociclistas em Manaus

Conforme a Associação Brasileira de Motociclistas, não há estatística precisa de acidentes, mas a estimativa é de que acontecem cerca de 100 casos por ano no Brasil, desses, 50% são graves e 25% são fatais 16/04/2012 às 08:14
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No Mestre Chico, adeptos da brincadeira invadem a pista com seus papagaios
jornal a crítica Manaus

O uso de cerol nas linhas de papagaio de papel continua a colocar a risco a vida de pessoas, principalmente usuários de motocicletas, em Manaus, aos domingos, quando adeptos da brincadeira se reúnem em locais próximos de vias movimentadas.

O radiologista Estanislau Junior, 26, foi vítima de cerol há duas semanas . “Eu não cortei o meu pescoço porque vinha devagar. Mas cortei a mão”, disse. Ele  não é contra a brincadeira, mas avalia que o cerol deveria ser “abolido”. Estanislau também contou que um amigo dele  perdeu  parte dos movimentos da perna devido a cortes feito por uma linha com cerol.

Conforme a Associação Brasileira de Motociclistas, não há  estatística precisa de acidentes, mas a estimativa é de que acontecem cerca de 100 casos por ano no Brasil, desses, 50% são graves e 25% são fatais.

Em Manaus, uma proposta do vereador Homero de Miranda Leão (PHS) propõe a proibição do uso de cerol na brincadeira, mas ainda  tramita na Câmara Municipal de Manaus.

De acordo com os soltadores de papagaio, os locais preferidos para a brincadeira são as avenidas Brasil, na Compensa, zona Oeste;  avenida do Samba Luizinho Sá, Alvorada, Zona Centro-Oeste; conjunto Nova Cidade, Zona Norte; e no parque Mestre Chico.