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Chapa de zinco causou apagão em Manaus, diz diretor da Eletrobras

Diretor nega que blecaute esteja associado à falta de investimentos por parte da concessionária e reafirma que a culpa é da folha de zinco 21/09/2012 às 08:35
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Diretor da Amazonas Energia diz que sequência de raios também contribuiu para o desligamento do sistema da usina
Jornal Acrítica Manaus

O diretor de Geração, Transmissão e Operação da Eletrobras Amazonas Energia, Tarcísio Rosa, negou nesta quinta-feira (20), que o blecaute da noite de terça-feira esteja associado à falta de investimentos por parte da concessionária e reafirmou que uma chapa de zinco de quase cinco metros afetou um “ponto crítico” do sistema de fornecimento de energia elétrica da cidade.

“Houve essa chapa metálica que caiu num ponto, que é a Usina de Mauá, onde há mais geração de energia para Manaus. E ali teve um desligamento. O vento derrubou essa chapa da usina e jogou pra cima de um transformador de 69 mil volts. Ali não pode encostar um fiozinho no outro que já gera faísca. O estrago é grande”, justificou.

A sequência de raios que também ocorreram naquela noite contribuiu para o desligamento do sistema da usina, acrescentou Rosa. “Quando cai uma descarga na rede, ela tem que ser desligada”, disse. O diretor da Amazonas Eletrobras Energia disse, ainda, que ocorrência de blecautes em Manaus dependem de qual usina  foi afetada e a intensidade. “Nós temos 150 dias de chuva por ano e não temos 150 cortes de energia na cidade nesse período. É a mesma coisa que querer asfaltar a Constantino Nery sem atrapalhar o trânsito. Mas, um problema do tipo que houve na noite de terça-feira pode acontecer com uma empresa bem estruturada. O que depende é o ponto em que se tem a falha”.