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Consumidor preferiu pagar as compras à vista no mês de maio em Manaus

De acordo com o levantamento, na análise em relação aos grupos de atividade predominou o pagamento à vista, com destaque para os bens não duráveis com 77,6% 11/07/2012 às 10:57
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Comércio de Manaus cresce em ritmo lento
acritica.com Manaus (AM)

A pesquisa de Sondagem Conjuntural do Comércio Varejista de Manaus, divulgada nesta quarta-feira (11) pela Federação do Comércio do Amazonas (Fecomércio), aponta que 56,9% das compras realizadas no comércio da capital amazonense no mês de maio foram realizadas com pagamento à vista.  Sendo que 28% foram pagas por meio de cartão de crédito e 15,1% por outras formas de pagamento (convênio, cheque pré-datado, vendas a prestação e empenho). A pesquisa foi realizada pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresarias (IFPEAM).

De acordo com o levantamento, na análise em relação aos grupos de atividade predominou o pagamento à vista, com destaque para os bens não duráveis com 77,6%. Na análise da sondagem do comércio varejista de Manaus no mês de maio, com base em abril deste ano, quase todos os ramos de atividade avaliados apresentaram variação negativa em seus índices, as exceções foram o faturamento e as vendas brutas.

Queda

O índice geral de emprego apresentou variação negativa de 0,22% na comparação com abril de 2012, no entanto, apesar de ficar no negativo, o valor foi melhor que o observado no mês passado, quando o índice alcançou declínio de 0,83%. Porém, na comparação com maio de 2011, o índice sofreu variação negativa de 0,9%, em parte devido ao comércio de materiais de construção, que caiu 3,43%.

Conforme os dados, a folha de pagamento apresentou variação negativa tanto na comparação com abril deste ano, quanto na comparação com abril do ano passado, com índices de 0,91% e 2,65% respectivamente.

Índice

O nível de estoque ficou quase estável, com ligeira queda de 0,02% na comparação com o mês passado, no entanto, na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice apresentou variação positiva de 17,17%, com destaque para o comércio de bens não duráveis e automotivos, que apresentaram índices de 20,6% e 20,19% respectivamente.

“O importante nesse indicador é a empresa estar preparada para atender todos os clientes, sem imobilizar demais o seu capital, mas, ao mesmo tempo, ter estoques que possam garantir as vendas e repor os produtos para o consumo do dia-a-dia”, avaliou o assessor de Economia do IFPEAM, José Fernando Pereira.

Na análise geral, observou-se estabilidade nas contratações em relação ao último mês, no entanto, as vendas e o faturamento bruto aumentaram tanto na comparação com o último mês, quanto na comparação com o mesmo período do ano passado.