Publicidade
Manaus
Manaus

Contratações formais crescem 17,4% em julho, segundo Caged

O Estado como um todo registrou 231.991 admissões entre janeiro e julho deste ano e demitiu 216.549 trabalhadores, restando um saldo positivo de 15.442 novas contratações 16/08/2012 às 17:05
Show 1
A construção civil foi a segunda atividade que mais demitiu trabalhadores em janeiro (241), ficando atrás do comércio
acritica.com Manaus

O Amazonas registrou, em julho deste ano, 17.637 admissões e, em contrapartida, gerou 15.754 demissões, restando um saldo positivo de 1.883 vagas empregos celetistas, 17,4% a mais que o mês anterior. Contudo, com relação a igual período do ano passado, quando o estoque de assalariados com carteira assinada foi de 4.504, houve uma redução de 58,2%.Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta quinta-feira (16/08).

O Estado como um todo registrou 231.991 admissões entre janeiro e julho deste ano e demitiu 216.549 trabalhadores, restando um saldo positivo de 15.442 novas contratações, o que representa uma queda brusca de 64,9% nas admissões se comparado com os sete primeiros meses de 2011, quando o saldo relativo às contratações foi de 44.048.

Conforme dados do Ministério do Trabalho, o emprego com registro em carteira continua em expansão no País, com a abertura de 142.496 novos postos de trabalho no mês de julho. Houve crescimento de 0,37% em relação à quantidade de trabalhadores no mercado formal no mês anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

No acumulado do ano, foram criados 1.232.843 postos de trabalho, uma expansão de 3,25% em relação ao estoque de dezembro de 2012. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 1.538.472 empregos, correspondendo à elevação de 4,09%. Com isso, o país passa a ter 39.134.013 de trabalhadores celetistas. No mês, foram declaradas 1.753.241 admissões e 1.610.745 desligamentos, ambos os maiores para o período.

A geração de empregos em julho ocorreu nos oitos setores da economia, com destaque para Serviços, com 39.060 postos (0,25%). O comportamento favorável do setor ocorreu devido ao crescimento do emprego em quatro segmentos: Serviços de Alojamento e Alimentação (17.454 postos); Serviços de Comércio e Administração de Imóveis (13.191 postos); Serviços Médicos e Odontológicos (10.623 postos) e Serviços de Transportes e Comunicações (4.788 postos).

A Construção Civil foi responsável pela abertura de 25.433 vagas (0,83%); e Indústria de Transformação, 24.718 postos (0,30%), com destaque para os ramos da Indústria de Produtos Alimentícios (7.537 postos), Indústria Calçados (4.335 postos), Indústria Química (3.312 postos), Indústria Têxtil (2.354 postos) e Indústria Mecânica (2.224 postos).

Com a criação de 23.951 empregos (1,42%), a Agricultura obteve a maior taxa de crescimento entre os setores para o mês. O comportamento favorável do setor Agrícola está relacionado, em grande parte, às Atividades de Apoio à Agricultura (9.593 postos) e Cultivo de Laranja (8.055 postos), centralizadas no estado de São Paulo.

Já o Comércio abriu 22.847 vagas no mês (0,27%); a Extrativa Mineral, 1.717 vagas (0,80%) e Serviços Industriais de Utilidade Pública, 1.598 postos (0,42%). A Administração Pública criou 3.161 empregos (0,38%), o melhor desempenho para o mês de julho, desde 2009.