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CPI da água em Manaus começa com reunião 'relâmpago' e sem resultados

Durante a rápida conversa com os demais membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), o presidente da Comissão, vereador Leonel Feitoza (PSD), sinalizou que pode suspender os trabalhos do grupo para depois das eleições, que acontece no mês de outubro, se perceber que as investigações estão tendendo para a formação de 'palanque político' na Casa 26/03/2012 às 15:24
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Na prática, Leonel Feitoza (PSD) (presidente), Marcel Alexandre (PMDB), Joaquim Lucena (PSB), Waldemir José (PT), e Wilton Lira (PDT) decidiram deixar para a próxima quarta-feira (28)
JOELMA MUNIZ Manaus

A primeira reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), da Câmara Municipal de Manaus (CMM), para investigar o não cumprimento de cláusulas contratuais da concessão para o abastecimento de água da cidade, entre a empresa Águas do Amazonas e a Prefeitura Municipal, aconteceu de maneira informal na CMM, na manhã desta segunda-feira (26).

O encontro durou em média trinta minutos, e não contou com a presença de dois de seus membros, os vereadores, Jefferson Anjos (PV), e Mário Bastos (PRP), que segundo seus colegas estavam representando a Câmara em eventos pela cidade.

Na prática, Leonel Feitoza (PSD) (presidente), Marcel Alexandre (PMDB), Joaquim Lucena (PSB), Waldemir José (PT), e Wilton Lira (PDT) decidiram deixar para a próxima quarta-feira (28), a reunião efetiva do grupo, os parlamentares alegaram que até lá será feito o levantamento sobre os documentos e corpo técnico necessários para a implementação da CPI.

Durante a rápida conversa, o vereador Wilton Lira (PDT), disse estar preocupado com os rumos que a Comissão de Investigação pode tomar durante o processo. Segundo Lira, é indispensável que se tome cuidado para que a CPI não se torne “palanque político”, por conta do pleito eleitoral de outubro, onde estará em jogo o cargo de chefe do Executivo Municipal.

Suspensão 

Durante a rápida conversa, o presidente da Comissão, vereador Leonel Feitoza (PSD), sinalizou que pode suspender os trabalhos da CPI para depois das eleições, que acontece no mês de outubro, se perceber que as investigações estão tendendo para a formação de 'palanque político' na Casa.

Com colaboração de Fabíola Pascarelli.