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Manaus
Cotidiano, Azul Linhas Áereas, Portadores de necessidades especiais, Cadeirantes

Criança portadora de necessidades especias é impedida de viajar, em Manaus

Ao tentar comprar passagens aéreas nesta segunda-feira (9) para Campinas (SP), a psicóloga Rosângela Fernandes foi surpreendida pela informação de uma atendente da empresa Azul Linhas Aéreas, em Manaus, de que a criança não poderia voar por ser cadeirante 10/04/2012 às 15:28
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Rosângela ficou indignada ao ser informada de que o filho não poderia viajar para fazer tratamento médico
Síntia Maciel Manaus

Ao tentar comprar passagens aéreas na manhã desta segunda-feira (9), em Manaus, para Campinas (SP), onde submeterá o filho de sete anos a um tratamento médico, a psicóloga Rosângela Fernandes foi surpreendida pela informação de uma atendente do SAC da empresa Azul Linhas Aéreas, de que a criança não poderia voar por ser cadeirante e portador de necessidades especiais.

Para ela, houve discriminação por parte da empresa, para com a criança.

“O que atendente alegou foi que o meu filho além de não ter condições de viajar, a aeronave não tinha como comportar a cadeira de rodas dele. Além disso, não me deram uma alternativa de que forma eu pudesse fazer a viagem”, informa Fernandes.

A escolha pela Azul, segundo a psicóloga, se deu pelo fato do destino para o qual ela irá com o filho não contar com conexão, o que ocorre com as outras companhias aéreas.

“Conheço várias mães que já viajaram de Manaus, por outras companhias aéreas com o filho cadeirante ou portador de necessidades especiais, e que não tiveram problemas, ainda que tivessem que enfrentar conexão”, salienta.

Ainda nesta segunda-feira Rosângela tentaria adquirir passagens para viajar com o filho, em outras empresas aéreas, ainda que tivesse que enfrentar conexão. Ela também não descarta a possibilidade de denunciar o caso aos orgãos competentes.

Contato
Em contato com a assessoria de comunicação da empresa, a mesma se comprometeu a procurar a psicóloga, por telefone, e oferecer uma alternativa para que ela e o filho pudessem viajar, para a realização do tratamento da criança, em Campinas (SP).