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Debate na TV A Crítica: provocações, beijo e polêmicas

Artur Neto e Vanessa Grazziotin tiveram tempo de expor suas propostas para acabar, por exemplo, com o desabastecimento de água em Manaus, melhorar o transporte coletivo e solucionar a falta de creches na cidade   23/10/2012 às 22:57
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Tucano Artur Neto beija Vanessa Grazziotin após encerramento de debate na TV A Crítica
André Alves Manaus

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Moradia, água, gasoduto, tarifa de ônibus, Lula, Dilma, Assembleia de Deus, FHC, Zona Franca. Provocações, aperto de mão, beijo. Os prefeituráveis Vanessa Grazziotin (PCdoB) e Artur Neto (PSDB) misturaram temas diversos em debate promovido pela TV A Crítica/Record, nesta terça (23), e durante 1h30, entre uma palavra e outra de "afeto", tentaram desmontar teses defendidas um pelo outro.  

Ao final, sobrou espaço até para um beijo. Antes, porém, os dois trocaram farpas, acusaram-se por temas passados, falaram de propostas e, como era de se esperar, prometeram mudar a cara de Manaus.

Ambos tiveram tempo de expor suas propostas para acabar, por exemplo, com o desabastecimento de água em Manaus, melhorar o transporte coletivo e solucionar a falta de creches na cidade.  

Mas também falaram sobre temas como o gasoduto Coari-Manaus e o Mensalão. Sobre o gasoduto, sobraram acusações contra os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Artur, FHC iniciou o gasoduto. De acordo com Vanessa, foi Lula quem começou e concluiu a obra, orçada em R$ 4,5 bilhões.

Sobre o Mensalão, Artur classificou o julgamento do STF como "histórico". Vanessa lembrou haver investigações sobre o "Mensalão Mineiro, onde tudo começou", segundo ela, e afirmou não sentir qualquer embaraço ao receber o apoio da presidente Dilma Rousseff e de Lula, apesar do envolvimento do PT no esquema.

Tentando impor um estilo 'paz e amor', o tucano rasgou elogios à presidente Dilma Rousseff. "A presidente Dilma foi cortês, foi correta. Eu lhe trataria da mesma forma", disse Artur Neto, ao comentar o discurso da presidente em sua vinda a Manaus para o comício de Vanessa.

A comunista, por sua vez, aproveitou o discurso macio do tucano para impor-se. Lembrou novamente do episódio dos camelôs e disparou: "Quem bate esquece, quem apanha não esquece", disse. "É a frase dos tais panfletos apócrifos", retrucou Artur.

Polêmica
O tucano ainda aproveitou o espaço do debate para explicar sua frase polêmica em relação ao apoio da Igreja Evangélica Assembleia de Deus à comunista. "Deturparam minhas palavras sobre a Assembleia de Deus. Minha ideia é derrotar a senhora (Vanessa) na Assembleia de Deus. Que nenhum cacique decida por eles", afirmou Artur.

"Diferente do senhor, eu não quero derrotar ninguém. Quem tem a capacidade de derrotar é o povo", rebateu Vanessa, para mais tarde provocar novamente: "Ganhar ou perder é uma coisa da democracia. O que não é da democracia é bater em pai de família". (Leia mais sobre o assunto)

FRASES

"Vou tomar o controle do transporte coletivo", prometeu Vanessa Grazziotin.

"Tenho muito medo de promessas exageradas. Quero ser comedido. Prometer com realismo", afirmou Artur.

"Não estou dizendo nada que não possa cumprir. Se digo que em 100 dias vou tomar o controle do transporte coletivo, é porque vou fazer isso", respondeu Vanessa.

"FHC preparou a cama para Lula deitar", provocou Artur.

"FHC queria proibir o gasoduto. Foi preciso Lula assumir para começar o gasoduto", disse Vanessa.

"O PSDB nunca se posicionou em favor da Zona Franca de Manaus. O partido dele (Artur) nunca defendeu a Zona Franca", acusou a comunista.

"Pequenas verdades viram meias verdades e até meias inverdades. Quero ser líder da cidade. Mais que tapar buraco, cuidar do lixo. É um líder que eu quero ser", declarou Artur.

"Ele (Artur) fala do passado, mas só fala o que teve de bom. Não estou agredindo, só estou falando a verdade. Passado quem fala é o senhor. Estou usando a sua tática. Um fato que aconteceu não pode ser transformado em uma farsa", disse Vanessa.

"Não consigo deixar de gostar de Vanessa. Esse período vai passar e ela vai perceber que precisarei dela como senadora", declarou Artur.

"Não quero derrotar ninguém. Quem decide a eleição é o povo", disse Vanessa.

 





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“Alckmin se porta como uma figura provinciana”