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Deputado pede realização de novo concurso para a Polícia Civil do AM

O deputado Luiz Castro (PPS), afirmou que após o concurso para preenchimento de cargos de delegado da Polícia Civil, restaram 211 candidatos aptos a ingressar na Academia de Polícia Civil (Acadepol), mas apenas 123 foram convocados 16/03/2012 às 13:31
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A situação, segundo Luiz Castro é preocupante, porque enquanto a Delegacia Geral de Polícia Civil dispõe de 314 vagas ociosas, conforme dados do próprio órgão
Acrítica.com Manaus

O preenchimento das 314 vagas de delegado da Polícia Civil do Amazonas foi solicitado pelo deputado estadual Luiz Castro (PPS), por meio de indicação encaminhada à Secretaria de Segurança Pública e ao governador do Estado Omar Aziz. O parlamentar pede urgência na realização de um novo concurso para preenchimento dessas vagas.

O deputado disse, que após o concurso para preenchimento de cargos de delegado da Polícia Civil, restaram 211 candidatos aptos a ingressar na Academia de Polícia Civil (Acadepol), mas apenas 123 foram convocados. “Mesmo havendo falta de delegados nos quadros policiais, o Governo não convocou os aprovados no concurso público”, afirmou o deputado.

A situação, segundo Luiz Castro é preocupante, porque enquanto a Delegacia Geral de Polícia Civil dispõe de 314 vagas ociosas, conforme dados do próprio órgão, as delegacias da capital funcionam precariamente. Das 39 delegacias de Manaus, apenas 20 prestam atendimento 24 horas, por falta de delegados para cobrir o plantão.

Segundo Castro, no interior a situação é ainda mais grave. Dos 62 municípios amazonenses, 32 não têm delegado de polícia e as delegacias são comandadas por policiais militares, ou por investigadores escrivães. Manicoré, Benjamim Constant, São Paulo de Olivença, Eirunepé e Novo Aripuanã, são alguns dos municípios desprovidos de delegados e com altos índices de violência. “A falta de delegados torna a Polícia Civil deficiente para realizar investigações e conduzir inquéritos que reúnam provas necessárias para subsidiar o trabalho da Justiça”, argumentou Luiz Castro.