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Deputado sugere auditoria na Arsam para reavaliação de relatório sobre a água em Manaus

Chico Preto quer que o relatório sobre o abastecimento de água em Manaus seja reavaliado 07/03/2012 às 19:36
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Inúmeras áreas das Zonas Centro-Sul, Sul e Leste de Manaus ficaram sem água no último final de semana
acritica.com Manaus

O deputado estadual Chico Preto (PSD), vai pedir uma auditoria na Arsam para que o relatório publicado e enviado em 2010 para a sociedade amazonense sobre a situação da água em Manaus seja reavaliado. Segundo ele, como a Arsam colocou em seu relatório que 700 quilômetros de rede de água foram colocados nas zonas Norte e Leste de Manaus e como nesses locais não existe água, Chico Preto quer que a Arsam explique onde está esse rede instalada pela Águas do Amazonas.


Em aparte, o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB) garantiu que o diretor da Arsam é o mesmo de 2010 e que, se não merece a confiança do Governo do Estado ou do seu líder, deputado Chico Preto, pode ser demitido sumariamente. “Se há dúvidas sobre o relatório da Arsam e se existe a desconfiança de que ele esteja a serviço da empresa Àguas do Amazonas, então que ele seja demitido”, afirmou Marcelo.

Chico Preto defendeu a implantação do Programa Água Para Manaus (Proama) que está sendo construído pelo Governo do Estado, dizendo que a oposição não está fazendo a leitura correta do que foi dito pelo governador Omar Aziz, a um jornal impresso local, com a finalidade de confundir a opinião pública. “Omar nunca disse que o Proama estava com suas obras paralisadas e nem tampouco afirmou que só foram gastos R$ 60 milhões com a obra. Ele disse que são necessários R$ 60 milhões, por mês, para a manutenção da infraestrutura do Proama”, garantiu ele.

Chico Preto explicou que a estrutura do Proama é muito grande, pois somente ela vai suprir a necessidade dos moradores da zona Leste de água. “Para se ter uma idéia, caso todos os consumidores da zona Leste usarem água de acordo com as normas técnicas aplicadas, pelo menos 140 milhões de litros serão levados às torneiras das famílias residentes na região”.

Segundo Chico Preto, a ideia é de que sejam atendidas preliminarmente, 700 mil pessoas que devem utilizar 200 litros de águas por dia. “Para que essa estrutura funcione corretamente é preciso que essa operação seja feita por pessoas com conhecimento do assunto, e todo o material gasto nesse gerenciamento seja contabilizado”, afirmou.