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Disputa por cavalo quarto de milha tem novo desdobramento com a apresentação de liminar

O advogado de Evanildo, Rodolfo Paulo Cabral, explica que o cliente é o fiel depositário do animal, pois tem uma decisão judicial garantindo a ele a posse do cavalo até que o mérito da questão seja julgado pela 9ª Vara Cível 07/08/2012 às 07:30
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Alvo de disputa judicial, o quarto de milha Foreign Affair, é um dos poucos exemplares no Amazonas
jornal a crítica Manaus

A disputa pelo cavalo quarto de milha Foreign Affair continua de forma acirrada entre Evanildo Garção e Carlos Alberto Almeida. O advogado de Evanildo, Rodolfo Paulo Cabral, explica que o cliente é o fiel depositário do animal, pois tem uma decisão judicial garantindo a ele a posse do cavalo até que o mérito da questão seja julgado pela 9ª Vara Cível.

Em matéria publicada por A CRÍTICA no último dia 19 de julho, Carlos Alberto afirmou ter entrado na Justiça pela posse do cavalo por ter sido “enganado” durante negociação do mesmo.

Segundo Carlos, ele intermediava a venda do animal quando descobriu que o futuro proprietário negociara direto com o dono. Carlos argumentava ainda que havia uma decisão judicial garantindo a ele a posse de Foreign Affair e que Rodolfo teria se recusado a cumpri-la.

Liminar
Ao contestar essa versão, Rodolfo argumenta ter recorrido da decisão liminar para não devolver o cavalo e ter conseguido  convencer o juiz de que o animal deveria ser mantido sob sua guarda, pois a liminar que determinava a devolução do animal para Carlos era fruto de uma “indução ao erro”, já que o magistrado fora levado a acreditar que, com Rodolfo, o cavalo corria risco de ficar doente.

Segundo ele, o Juízo da instância superior constatou que o animal em questão está sendo bem tratado, em ambiente apropriado e com pessoas experientes e habilitadas, por isso reconsiderou a decisão.

Justificativa
O advogado afirma criar cavalos há 10 anos e que entregou à Justiça todos laudos  atestando a qualidade dos serviços prestados no Haras de sua propriedade, onde está o cavalo disputado. A briga na Justiça começou por iniciativa de Evanildo, que não conseguiu, de forma amigável, receber de Carlos Alberto R$ 25 mil referentes à venda do cavalo.