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Dívidas com a previdência: Ex-gestores deixaram conta para Artur e Bosco

Segundo o Manausprev, os valores são referentes a repasses não feitos nas gestões de Alfredo Nascimento, Luiz Alberto Carijó e Serafim Corrêa 30/01/2013 às 16:04
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O ex-prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, que apoiou a campanha de Artur, renegociou dívida e deixou conta para sucessores
Rosiene Carvalho ---

Os poderes Executivo e Legislativo de Manaus devem, juntos, R$ 78.792.900 ao Fundo Único de Previdência do Município de Manaus (Manausprev). A dívida de gestões anteriores foram parceladas e só serão quitadas no ano de 2029. Os valores são referentes à contribuição patronal dos servidores municipais, que deixou de ser paga pela prefeitura e pela câmara.

De acordo com dados disponibilizados, nesta terça-feira (29), pelo Manausprev, a dívida da Prefeitura Municipal de Manaus (PMM) está sendo paga mensalmente em parcelas de R$ 544.927,64. É mais de meio milhão mensais, sem contar o repasse da contribuição patronal do mês corrente para que o Executivo não acumule nova dívida.  A PMM tem orçamento para 2013 de R$ 3,5 bilhões.

O prefeito Artur Neto (PSDB), que assumiu o mandato há um mês, herdou a dívida de ex-prefeitos que o apoiaram na campanha passada. Segundo o Manausprev, os valores são referentes a repasses não feitos nas gestões de Alfredo Nascimento (PR), Luiz Alberto Carijó (PDT) e Serafim Corrêa (PSB).

Os dados do Manausprev indicam que Alfredou deixou de pagar a previdência de servidores municipais em períodos entre 2003 e 2004. Carijós não fez todos os repasses patronais que deveria em 2005.

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