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Duas mortes em menos de uma hora são registradas no bairro Nova Cidade

O auxiliar de pedreiro Raimundo Filho foi morto com 17 facadas e pauladas na cabeça e o estudante com um tiro no peito. A DEHS investiga os dois casos 28/02/2013 às 09:08
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Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) e aguardam liberação da família
Bruna Souza Manaus, AM

Dois homens foram mortos, em um intervalo de 40 minutos, na noite desta quarta-feira (27) no bairro Nova Cidade, na Zona Norte de Manaus. Um estudante foi morto com um tiro no peito, às 21h30, e um auxiliar de pedreiro morreu depois de ser atingido por 17 facadas pelo corpo e pauladas na cabeça por seis homens ainda não identificados pela polícia, às 22h10.

Raimundo Costa Vasconcelos Filho, de 27 anos, trabalhava na área de construção civil como auxiliar de pedreiro, quando durante a noite decidiu sair de casa e acabou morto por seis homens ainda não identificados.

De acordo com testemunhas, Raimundo foi visto correndo dos agressores que carregavam pedaços de madeiras, quando tentou se esconder em uma casa na rua 23, quadra H, n° 17, do Conjunto Parque dos Buritis. Houve luta corporal com os homens, ele acabou recebendo várias pauladas na cabeça e mais 17 facadas pelo corpo.

A vítima ainda chegou a ser levada até o Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do Galileia, mas morreu minutos depois. Ainda segundo testemunhas que presenciaram o crime, os homens acusados de matarem o auxiliar de pedreiro são conhecidos da região. O caso foi registrado no 15º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

A primeira vítima da noite foi o estudante Jeferson de Jesus Farias, de 19 anos, que foi atingido por um tiro no peito disparado por um homem não identificado em uma motocicleta na rua Zâmbia, próximo ao Igarapé do Passarinho, também no bairro Nova Cidade.

De acordo com a polícia, Jeferson ainda conseguiu chegar em casa na rua Cisjordânia, quando foi socorrido no SPA do Galileia, mas deu entrada sem vida na unidade de saúde. Os corpos de Raimundo e Jeferson foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) e a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investiga os casos.