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Educadora defende motivação e planejamento para a melhoria da educação

A manifestação dela chega no momento em que parecem incertos os rumos da educação no País, com o lançamento de um pacto nacional, de R$ 2,7 bilhões, feito pelo Governo Federal 11/11/2012 às 17:18
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Para Ruth Prestes, pais, alunos e o poder público devem ser atuantes
Steffanie Schmidt Manaus

O ensino público no Amazonas precisa de atitudes que envolvam motivação, acompanhamento e planejamento. É o que defende a educadora amazonense Ruth Prestes Gonçalves.

A manifestação dela chega no momento em que parecem incertos os rumos da educação no País, com o lançamento de um pacto nacional, de R$ 2,7 bilhões, feito pelo Governo Federal a favor da alfabetização na idade certa – sem ter pronto o programa que vai avaliar esse grau de aprendizagem – e em que a Câmara dos Deputados veta a destinação de 100% dos investimentos dos royalties do petróleo para o setor.

Partindo da premissa de que ninguém consegue nada sozinho, ela acredita que o sistema tenha que se emancipar e ganhar vida própria, sendo incorporado pelos membros que atuam nesse cenário: pais, alunos, professores e poder público.

“A educação emancipatória defendida pelo filósofo e sociólogo alemão Theodor Adorno, e que permite a prática da liberdade, como defende o filósofo Paulo Freire, mostra que a educação tem um propósito e um horizonte claramente definido”, diz a professora. “Não sei se este é o momento para oferecer os serviços do Fórum de Educação do Amazonas, porém, a intenção é contribuir com a administração municipal”, completou.

A escritora e membro da Academia Parintinense de Letras pensa tanto no resgate da autoestima do professor como na do aluno. Para isso, ela defende investimentos na qualificação continuada do educador, seja para capacitá-lo para a sala de aula, acompanhando as habilidades que o mundo de hoje exige; seja para que ele esteja pronto para atuar como gestor de uma escola. Em relação aos alunos, ela acredita que eles precisam se sentir seguros contra violência e ter conforto nas salas de aula.

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