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Emerson Jesus, o “Quibinha”, é condenado a 16 anos de prisão

“Quibinha” já havia sido condenado a oito anos e três meses de reclusão por outro homicídio -  o de Daniel Souza Sarmento. O julgamento foi na quinta-feira passada (29). 03/12/2012 às 17:01
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Emerson ainda tem mais cinco processos tramitando nas 1ª e 2ª Varas Criminais e Varas Especializadas em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (Vecute)
acritica.com Manaus (AM)

Emerson Jesus de Souza, conhecido como ‘Quibinha da Compensa’, 25, foi condenado nesta segunda-feira (03) a 16 anos de prisão pela morte de Marco Antônio de Assis de Carvalho. O crime ocorreu por volta das 19h30, no dia 05 de junho de 2010, na Rua São Bartolomeu, no Bairro Santa Etelvina, zona Norte de Manaus.

“Quibinha” já havia sido condenado a oito anos e três meses de reclusão por outro homicídio -  o de Daniel Souza Sarmento. O julgamento foi na quinta-feira passada (29). Emerson ainda tem mais cinco processos tramitando nas 1ª e 2ª Varas Criminais e Varas Especializadas em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (Vecute).

Entenda o caso

Segundo relataram as testemunhas de acusação, Marco Antônio Assis estava jantando em uma banca de churrasco quando Emerson chegou numa motocicleta Honda modelo Fan e atirou por várias vezes contra a cabeça do rapaz.

De acordo a mãe da vítima, o filho era usuário de drogas e estava tentando deixar o vício, mas, Emerson perderia um cliente, e por isso teria cometido o crime. Ela contou também que mandou confeccionar cartazes com a fotografia de “Quibinha” para incentivar a prisão do acusado, inclusive oferecendo uma recompensa. Questionada pelo defensor público Antônio Ederval, a mãe da vítima confirmou e afirmou que daria R$ 3 mil para quem entregasse o autor da morte de seu filho.

O defensor usou todo o tempo para réplica e tréplica, mas não conseguiu convencer os jurados de que não havia provas suficientes para condenar Emerson Jesus pela morte de Marco Antônio.

Quibinha está preso há dois anos e agora, somadas as duas penas, terá de cumprir 24 anos e três meses de reclusão. Ele ainda vai enfrentar julgamentos nos demais processos que estão pendentes nas Varas Criminais e Varas Especializadas em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (Vecute).