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Empresa conecta usuários ampliando serviço de internet no Amazonas

Órgão implementa mudanças no programa Amazonas Digital, que passa a oferecer Internet gratuita aos cidadãos de Manaus. No interior, a novidade é o aperfeiçoamento do serviço em 15 municípios 26/02/2012 às 21:03
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Empresa vinculada à Seplan anuncia expansão de serviço gratuito de internet na capital e no interior do Estado
Jornal A Crítica ---

A empresa Processamento de Dados Amazonas (Prodam), órgão executor da política de Tecnologia da Informação (TI) do Estado, amplia a partir de março a abrangência do programa Amazonas Digital.

Até o ano passado, a prioridade do projeto era melhorar o acesso à Internet no interior do Estado. No entanto, neste primeiro trimestre de 2012, parques, praças públicas e unidades do Pronto Atendimento ao Cidadão (PACs) em Manaus começam a oferecer, gratuitamente, pontos de Internet sem fio.

De acordo com o assessor técnico da Prodam, Aristóbulo Angelim, as mudanças estão sendo implementadas pela Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan), órgão gestor do Amazonas Digital.

“A partir de março, todos os Centros de Convivência da Família vão disponibilizar o serviço aos cidadãos. Também estamos instalando pontos em novas áreas do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamin)”, disse.

Com investimentos de R$ 120 mil, o Governo do Estado disponibilizou, recentemente, o uso da Internet nos seis PACs da capital, no Parque Jefferson Peres, na Praça São Sebastião e na Praça Heliodoro Balbi.

Aperfeiçoamento
Atualmente, o programa Amazonas Digital está presente em 15 municípios, que contam com  um pacote total de apenas seis megabytes de velocidade. Para melhorar o serviço, a partir de março a Seplan vai elevar a oferta para 12 mega, definindo como prioridade os serviços públicos municipais e estaduais.

“Nossa meta é melhorar o sistema onde já temos a rede. Por isso, vamos implantar uma política de horários. De 8h às 14h, terão prioridade os órgãos públicos. Das 14h em diante, a população poderá utilizar a Internet normalmente”, esclareceu.

De acordo com Angelim, o serviço disponibilizado aos municípios custa, atualmente, de R$ 20 mil a R$ 25 mil por mega de Internet. Além de oneroso, o programa enfrenta as dificuldades da geografia regional.

“Todos os municípios possuem um ponto provedor e uma torre, que cobre 360 graus e leva o sinal para um raio de 12 quilômetros, na sede. As áreas de cobertura são grandes, mas as árvores interferem o sinal”, disse.

Para este ano, Aristóbulo adianta que há um projeto em andamento, elaborado em parceria com a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Sect). O objetivo é levar a rede de fibra ótica para os sete municípios incluídos no traçado do gasoduto Urucu-Coari-Manaus. Se concretizado, o projeto beneficiará 54 escolas estaduais, 46 municipais e 44 órgãos federais.