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Manaus
LUTO

Escritor amazonense Armando Menezes morre aos 91 em Manaus

O enterro do imortal da Academia Amazonense de Letras acontece às 11h desta sexta (16), no Cemitério São João Batista 15/06/2017 às 21:49 - Atualizado em 15/06/2017 às 22:38
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(Foto: Antonio Lima/Arquivo AC)
acritica.com Manaus (AM)

O escritor amazonense Armando Menezes morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (15), vítima de insuficiência respiratória decorrente da fibrose pulmonar. O enterro do imortal da Academia Amazonense de Letras (AAL) acontece às 11h desta sexta (16), no Cemitério São João Batista*.

Filho de Tude Henrique de Menezes e Delfphina Andrade de Menezes, o escritor nasceu em Parintins, no dia 21 de março de 1926. Desde 1998, Armando ocupava a cadeira 30 da Academia Amazonense de Letras, que tem como patrono Araripe Junior.

Segundo o neto do escritor, Thiago Erse, o avô gozava de plena lucidez, embora com a saúde limitada por conta da idade. “Em sua última internação, em fevereiro passado, descobrimos que ele estaria sofrendo de uma doença aguda de pulmão - uma fibrose pulmonar, progressiva, que seria terminal. Podemos, graças ao bom Deus, conviver esses quases três meses com ele, apesar das dificuldades, já que ele ficou dependente de oxigênio artificial. No seio familiar, ele recebeu bastante amor e carinho”, pontua.

A despedida do imortal

O velório do escritor acontece desde as 22h de hoje, no salão da Academia Amazonense de Letras, na esquina da rua Tapajós com Ramos Ferreira.

Nota de Pesar

Em nota, a Rede Calderaro de Comunicação (RCC) presta condolências sobre a família. “A RCC, por seu corpo diretivo e pelos seus colaboradores, cumpre o doloroso dever de informar o falecimento do notável homem público Armando Andrade de Menezes, ex-presidente da Academia Amazonense de Letras, conselheiro e ex-presidente do Tribunal e de Contas do Estado do Amazonas e membro, dentre outras entidades culturais, do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, espaços  onde pontificou com brilho e competência. Perdem seus familiares, sua legião de amigos e a sociedade, a quem Armando iluminava e dignificava com seu carinho, seu jeito especial de ser e seu trabalho, predicados que o colocam, sem dúvida nenhuma, no merecido panteão das grandes almas, lugar dos que não passaram a vida em brancas nuvens e contribuíram para o bem da humanidade. Descanse em paz, querido Armando, e renasça, na presença de Deus, para habitar em definitivo na morada dos justos”.

 

* Essa matéria foi corrigida às 22h39, pois dizia que o enterro do escritor seria no Tarumã, informação que estava errada