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Estágio é ponte para carreira sólida

Profissionais que decidiram ingressar no mercado quando ainda estavam na faculdade contam que o esforço trouxe o um aprendizado importante para a trajetória profissional 22/07/2012 às 17:23
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Diretor acadêmico da Fucapi, Rodrigo diz que dedicação aos projetos da faculdade foram decisivos para a contratação
Jornal A Crítica Manaus

Associar os conhecimentos adquiridos na faculdade com a experiência de um estágio é uma receita antiga, que não só abre portas para o exercício da profissão como pode ser o primeiro passo dado rumo aos altos cargos de direção.

Que o diga o diretor acadêmico da Faculdade Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), Rodrigo Silva. Há dez anos, o engenheiro de Comunicações, que era apenas um aluno da Fucapi, passou a ser estagiário da instituição, depois de ser convidado pelo coordenador do curso.

Dois anos mais tarde, em 2004, ele integrou a equipe de alunos que participou do desenvolvimento de aplicativos para telefones celulares na Fucapi.

“Foi esse projeto que chamou a atenção dos diretores para que fosse contratado no último semestre da faculdade, em julho de 2004”.

Hoje com 29 anos, o especialista natural de Porto Velho (Rondônia) afirma que o cargo de direção veio como resultado do seu comprometimento e da vontade da diretoria de valorizar quem quisesse contribuir para o crescimento da instituição.

Um andar de cada vez
Quem também aproveitou o estágio como “andaime” para a carreira foi a engenheira civil Chynaglya Pinheiro, da Direcional Engenharia. Em 2009, aos 28 anos, ela conciliou a conclusão da graduação com o estágio supervisionado.

Resultado? A profissional concluiu o curso em janeiro de 2010 e foi contratada como analista de controle. Em agosto do mesmo ano, ela passou a atuar como engenheira de obras verticais da Direcional em Manaus.

Formada pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Chynaglya afirma que o esforço feito no último ano do curso valeu muito a pena.

“Foi uma oportunidade única de vivenciar inúmeras experiências em um curto espaço de tempo, com líderes e colegas que apoiaram meu crescimento profissional e pessoal”, destaca.

Histórias como as de Rodrigo e Chynaglya mostram que um estágio não serve apenas para pagar parte dos gastos da faculdade.

“O estágio é definidor para influenciar a direção que o aluno vai prosseguir depois que se graduar”, ressalta a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH/AM), Elaine Jinkings.

Esforço e capacitação
Em 2008, a estudante de Biblioteconomia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Jucinete Bezerra Souza, estava no oitavo período e buscava um estágio supervisionado. A oportunidade surgiu no Grupo Literatus.

Atualmente, ela é responsável por todas as bibliotecas da instituição.

“Logo quando cheguei assumi a vaga de uma auxiliar da biblioteca, que saía de licença maternidade. Dividia o espaço com o bibliotecário responsável, que depois foi trabalhar em outro lugar. Nessa época fui convidada pelas mantenedoras a assumir as bibliotecas da instituição”, lembra.

O estágio de Jucinete permitiu que ela tivesse sua primeira experiência com bibliotecas. “Já havia trabalhado com arquivos. Mas, com livros, foi a primeira vez”, explica.

A bibliotecária Jucinete, que já cursou MBA em Gestão de Pessoas, continua se preparando para crescer na carreira.