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Gil Rugai é condenado a 33 anos de prisão mas pode recorrer da sentença

As mortes ocorreram em março de 2004 e a decisão foi proferida pelo juiz Adilson Paukoski, uma semana após o início do julgamento. Ele foi condenado por duplo homicídio qualificado 22/02/2013 às 18:28
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O julgamento de Gil Rugai começou nessa segunda-feira (18)
acritica.com Manaus

Por quatro votos a três, o ex-seminarista Gil Rugai foi condenado a 33 anos e nove meses de prisão pelas mortes do pai e da madrastra, Luiz Carlos Rugai e Alessandra de Fátima Troitino, respectivamente. O crime ocorreu há nove anos. Contudo, ele cabe recurso da decisão. Se Rugai utilizar este benefício, poderá aguardar em liberdade a decisão.

As mortes ocorreram em março de 2004 e a decisão foi proferida pelo juiz Adilson Paukoski, uma semana após o início do julgamento, que ocorreu no Fórum de Barra Funda, em São Paulo (SP). Ele foi condenado por duplo homicídio qualificado.

A condenação foi dividida da seguinte forma: 18 anos pela morte do pai e 15, pelo assassinato da madrasta. A tentativa da defesa de Rugai de atribuir as mortes a um funcionário da produtora do pai, que seria a única pessoa além do condenado a ter a chave da empresa, não foi considerada pelo júri. O julgamento foi acompanhado por 260 pessoas no plenário do júri.