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Há quem pague mais de R$ 500 mil em uma bolsa

Exclusividade e beleza é o que a maioria das pessoas procura em um mercado onde o fascínio por novas e velhas tendências leva mulheres do mundo inteiro a desembolsar mais de R$ 500 mil por uma bolsa 22/01/2012 às 17:15
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Gizella Bolognese, tem mais de 50 bolsas
Jornal Acrítica Manaus

Hermès, Fendi, Michael Kors, Louis Vuitton, Chanel, Leiber, Céline, Mulberry, Cambridge Satchel e Goyard são, para muitas mulheres, objetos de desejo e sinônimos de estilo. Para a economia brasileira, o mercado de luxo representou uma movimentação de, aproximadamente, US$ 21 bilhões em 2011, apontou a consultoria GFK. 

Exclusividade e beleza é o que a maioria das pessoas procura em um mercado onde o fascínio por novas e velhas tendências leva mulheres do mundo inteiro a desembolsar mais de R$ 500 mil por uma bolsa.

Mas não se trata de qualquer bolsa, e sim da Chanel Diamond Forever, um ícone da moda mundial da renomada grife francesa, confeccionadacom mais de 330 diamantes e ouro branco, com apenas 13 modelos produzidos no mundo.

Achou caro? A Hermès Birkin Bag, feita com couro de crocodilo e dez quilates de diamantes sai pela “bagatela” de R$ 253 mil. Ela é apenas a quarta na lista das mais caras do mundo, encabeçada pela Platinum Ginza Tanaka, que tem mais de dois mil diamantes e custa cerca de R$ 3 milhões. 

 Tendências acessíveis

Clássicos à parte, algumas novas tendências que relançam estilos retrôs a preços bem menos astronômicos também estão em voga e fazem parte da lista de “desejos” de mulheres pelo mundo. E não poderia ser diferente aqui no Amazonas, onde as apaixonadas por bolsas acompanham tudo que é moda.

É o caso da Boston Bag, da francesa Céline, que foi eleita a bolsa do ano em 2011 e vendida a partir de R$ 2,5 mil. Entre as admiradoras, está a procuradora do Município, Gizella Bolognese, 40, que já garantiu um exemplar entre as mais de 50 bolsas que possui.

“Tenho uma paixão por bolsas. O ideal é ter uma para cada ocasião, mas nem sempre o preço dita a moda. Há opções mais baratas, mas de qualidade, inclusive entre as grifes nacionais, para quem não pode comprar fora do País”, indica.