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Homem executado em motel era ex-presidiário e tinha envolvimento com o tráfico

Familiares afirmaram que Maykel tinha envolvimento com o tráfico de drogas e isso tinha ‘desgraçado’ a família 03/09/2012 às 14:24
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Na manhã desta segunda (3) a entrada do Playboy Motel foi interditada com cones, após a execução de Maykel Freitas com pelo menos 20 tiros
Evelyn Souza e Thiago Monteiro Manaus

Maykel Freitas da Silva, 29, executado com pelo menos 20 tiros na madrugada desta segunda-feira (3) no Playboy Motel, tinha envolvimento com tráfico de drogas e era ex-presidiário, de acordo com informações de familiares que estavam no IML na manhã desta segunda (3). A polícia trabalha com a hipótese de acerto de contas.

Em consulta ao site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a reportagem constatou que Maykel responde a quatro processos: um na 11ª Vara Criminal, após ser preso em flagrante por corrupção ativa; outro processo na 11º Vara Criminal por roubo; além de um roubo majorado na 1º Vara Criminal; e um inquérito policial na 1º Vara do Tribunal do Júri.

O crime
De acordo com informações de policiais civis da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), a vítima estava nesta madrugada em uma casa de forró no bairro do Tarumã, acompanhado de Luciana Rego de Lima, 19 e uma terceira pessoa identificada como Maria Rita Torres Padilha, 18.

Maria Rita teria saído do forró, porém Maykel e Luciana continuaram no local. No momento em que deixavam a casa, a dupla foi perseguida por um veículo de marca Toyota Corolla de cor vermelha, onde estavam quatro homens encapuzados.

Maykel que estava em um carro modelo Fox de cor vermelha e placa NOX 3413 foi seguido até o Playboy Motel, onde foi executado na recepção do local. Os suspeitos conseguiram fugir sem deixar ‘rastros’.

Na ocasião Luciana foi atingida com oito tiros pelo corpo. Familiares da jovem disseram que ela não era companheira de Maykel e sim Maria Rita que era namorada da vítima.

Maria Rita foi encaminhada para o 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para prestar esclarecimentos. A DEHS vai investigar o crime.