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Índice de infestação pelo mosquito da dengue cai para 2,7%, em Manaus

 A zona Leste da cidade mantém-se como a área de maior risco para ocorrência de casos da dengue, 24/04/2012 às 17:01
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Levantamento servirá para traçar estratégias de combate à doença em Manaus
ACRITICA.COM Manaus

O índice de infestação pelo mosquito da dengue caiu de 3,4% para 2,7%, em Manaus. O dado foi divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e faz parte do segundo Levantamento Rápido do Índice para Aedes aegypti (LIRAa) deste ano, realizado pela Prefeitura de Manaus entre os dias 9 e 20 deste mês. O índice é de médio risco para a ocorrência da doença.

O secretário municipal de Saúde, Francisco Deodato, destaca que ao contrário do primeiro LIRAa do ano, realizado em janeiro, quando o acúmulo de lixo doméstico (entulhos em fundo de quintal) aparecia como o principal fator de proliferação do mosquito, o levantamento de abril apontou os depósitos de água no nível do chão (camburões, tanques, barris, cisternas, entre outros), como o tipo de criadouro mais encontrado. 

“Este problema é maior na zona Leste da cidade, provavelmente por conta da precariedade no abastecimento de água. Compreendemos que os moradores da área não podem prescindir desses depósitos, mas reforçamos a recomendação para que sejam mantidos com tampa, bem vedados, para que não se transformem em depósitos de larvas do mosquito da dengue”, disse o secretário.

Onde o risco é maior – A zona Leste da cidade mantém-se como a área de maior risco para ocorrência de casos da dengue, com destaque para os bairros Zumbi, São José Operário, Tancredo Neves e Armando Mendes, segundo informações coletadas durante o segundo LIRAa do ano.

A zona Norte aparece em segundo lugar entre ás áreas com maior presença do mosquito da dengue, principalmente nos bairros Cidade Nova (nas áreas do conjunto Ribeiro Júnior, Riacho Doce, conjunto Canaranas, Núcleos 5, 6, 7, 10, 21 e 25) e Cidade de Deus.

Na zona Oeste, os bairros do São Raimundo, Santo Antônio e Glória (que foram considerados um único estrato, no levantamento), Lírio do Vale e Nova Esperança (também analisados como um estrato) e o Tarumã são as três áreas com maior índice de infestação.

Na zona Sul, três estratos aparecem em destaque: o primeiro, formado por Chapada/São Geraldo/Presidente Vargas; o segundo, formado por Betânia/São Lázaro/Vila Buriti; e o terceiro, que inclui Colônia Oliveira Machado/Educandos/Santa Luzia.