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Manaus
ANIVERSÁRIO

Jornal A Crítica comemora 69 anos de mãos dadas com o povo

O jornal impresso de todos os dias passará por uma transformação nos próximos meses para estrear uma “cara nova” em 2019. Saiba mais: 19/04/2018 às 08:45
Show umberto calderaro
Fundador da RCC, Umberto Calderaro foi imortalizado em tela do artista plástico Erasmo Amazonas por ocasião do Carnaval deste ano
Rebeca Mota Manaus (AM)

Com quase 70 anos de história, inaugurado, em 1949, o jornal A CRÍTICA de Umberto Calderaro Filho anuncia hoje, no seu aniversário de 69 anos, o Projeto Inovação na Rede Calderaro de Comunicação (RCC), uma série de mudanças que vão tornar os veículos da rede ainda mais dinâmicos, mantendo alta qualidade na informação, independência e com os olhos voltados para o futuro.

O jornal A CRÍTICA de todos os dias passará por uma transformação nos próximos meses para estrear uma “cara nova” em 2019. Segundo a presidente da RCC, Cristina Calderaro Corrêa, a mídia impressa passará por uma mudança editorial e gráfica, juntamente com as mídias digitais, a TV, a rádio, o portal e as outras mídias que o grupo lidera, dando ênfase naquilo que o leitor almeja.

“Foram feitas pesquisas para saber o que o nosso leitor queria. Por isso serão feitos investimentos para o futuro. A nossa comemoração deste ano é voltada para o nosso Estado e nosso leitor. Serão 70 anos com cara de 25. Vamos trabalhar todo o grupo”, revela.

Cristina destaca que esta será a terceira mudança que ela acompanha e, diante das transformações atuais no modelo de jornalismo, o grupo busca meios de inovar e se reinventar.

“Nós competimos direto com a mídia televisa e digital. Mas o jornal continua, pois é ali que fica impressa a notícia verdadeira. Hoje lidamos com os fakes news, entretanto, o jornal tem peso, ele forma opinião. Temos um cuidado muito grande com o que vamos entregar ao leitor. Nós acreditamos que o leitor vai receber com muita positividade a novidade que o grupo trará”, diz.

O jornalismo impresso enfrenta dificuldades, mas resiste com diferenciais importantes como a credibilidade, a seriedade e a responsabilidade com a notícia e com o leitor. “Somos cautelosos em tudo, na apuração, em checar a informação e na responsabilidade com todos que vão ler o nosso jornal. Isso é fundamental. Um dos nossos legados é a coragem de continuar no ramo de jornalismo e essa ânsia de investir com seriedade aqui no nosso Estado. É isso que eu passo para os meus filhos; o que eu recebi do meu pai”. 

Canal essencial

O diretor jurídico da RCC, advogado e membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas, Júlio Antonio Lopes, enfatiza que o jornalismo profissional é importante para a democracia, e que profissionais de jornalismo bem preparados e meios de comunicação fortes e responsáveis são absolutamente necessários para a promoção do bem comum.

“As redes sociais, por um lado, são muito positivas, no sentido de franquear a palavra a todos; por outro lado, acabam por tornar-se um campo fértil para a difusão de inverdades (as fake news). Há necessidade crescente de vigiar com eficiência o poder, a Lava Jato é um belo exemplo dessa cobertura; e o jornal é canal ainda correto e sério para discussões qualificadas”, diz.

Blog

Dissica Calderaro  Vice - presidente da RCC

“O Grupo RCC é afinado, baseado numa história de comunicação com visão sistêmica do futuro que se traz desde o nosso fundador.  Desde a sua fundação, esse jornal já trouxe  uma razão social no plural. Ele já sabia  que  não seria só um jornal . E ele era um pessoa muito antenada. Era consciente que não tinha uma empresa de jornal, e tratava isso como veículo  de comunicação. Então, atenção onde a comunicação esteve e  onde a comunicação estiver foi um ensinamento de Umberto Calderaro e ele pediu que sempre estivéssemos olhando para todas  essas tendências e que cumpríssemos o papel enquanto veículo de comunicação. Onde houver um processo de comunicação, haverá um jornalista de A CRÍTICA e uma empresa do grupo Calderaro prontos para informar. No passado foi jornal, em seguida veio a televisão, o rádio, o portal, empresas de rede sociais, movimentos culturais, a mídia exterior, site de compras coletivas. Onde houver informação, o grupo deve estar dentro e deve ser vanguardista nesse caminho. Estamos cheios de vontade, adequando todos os nossos produtos com novas tendências digitais e de programação”.

Cronologia

1949 -   Umberto Calderaro Filho fundou o jornal A CRÍTICA, que funcionou inicialmente em um prelo da Arquidiocese de Manaus. Poucas décadas depois, na antiga sede na Lobo D’Almada, já era ponto de encontro de autoridades como a senadora Eunice Michilles.  

1995 -   A partida de Umberto Calderaro foi um grande golpe para o jornal A CRÍTICA, e um enorme desafio para a família, que sob o comando de Ritta de Araújo Calderaro, consolidou o legado de Umberto, tornando a RCC em um dos maiores grupos de comunicação do Norte.

2016 -  Desde junho de 2016, a Rede Calderaro de Comunicação vem sendo presidida por Tereza Cristina Calderaro Corrêa, com o desafio de preparar o grupo empresarial para os novos tempos no mercado de comunicação.

Voz de Manaus

Como o senhor avalia a relevância do jornal A CRÍTICA nessas quase sete décadas?

Antonio Silva, presidente da FIEAM

“Completar 69 anos noticiando e levando os fatos para o Amazonas é um papel preponderante  que o jornal exerce defendendo os interesses da população”

Flávio Pascarelli, presidente do TJAM

“O jornal A CRÍTICA merece todos os agradecimentos da sociedade pois, com a informação e a seriedade do trabalho, tem ajudado a construir um País melhor”.

Wilson Périco, presidente do CIEAM

“A CRÍTICA é referência na história da comunicação do nosso Estado. Um dos mais concorridos e prestigiados e que merece todo o nosso respeito”.

Sócrates Bomfim, vice-presidente do sineja

“É extremamente importante. Um dos mais antigos com influência bastante avançada em todas as áreas, não só o jornal, mas a TV e a rádio”.

Rafael Barbosa, defensor Geral do Estado

“A CRÍTICA participa ativamente da vida política, social e jurídica do Estado. É uma peça fundamental para que o amazonense seja bem informado”.

 Júlio  Lopes,  membro do Instituto dos Advogados Brasileiros

 “A busca pela verdade dos fatos, a promoção da pluralidade de versões, a adoção de normas éticas na veiculação das notícias e a fidelidade às fontes”.

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