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Justiça eleitoral do Amazonas determina retirada de propaganda de Vanessa Grazziotin do ar

Na propaganda, uma militante do PT atribui à campanha de Arthur Virgílio a agressão que a comunista afirma ter sofrido ao chegar em um debate eleitoral na capital 24/09/2012 às 18:48
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Tamara Paduano aparece na propaganda de Vanessa atribuindo à campanha de Arthur a agressão que a comunista diz ter sofrido
Ana Carolina Barbosa Manaus

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) proibiu a veiculação da propaganda eleitoral da candidata pela coligação ‘Melhor pra Manaus’, Vanessa Grazziotin (PCdoB), na qual uma militante do PT, identificada como Tamara Paduano, 20, atribui à campanha do candidato Arthur Virgílio (PSDB), da coligação ‘O Futuro é Agora’, a agressão que a comunista diz ter sofrido no início do mês, ao chegar a uma emissora de TV em Manaus para participar de um debate.

Segundo decisão de hoje do juiz Rogério da Costa Vieira, coordenador da propaganda eleitoral, em caso de descumprimento da decisão, uma multa diária de R$ 10 mil deve ser aplicada. O vídeo intitulado "Tamara pede respeito" foi veiculado ainda na tarde desta segunda-feira, pouco antes da  tomada da decisão.

De acordo com o juiz, não há como responsabilizar alguém pelo episódio se o mesmo encontra-se, ainda, sob investigação policial. Na mesma decisão, o juiz negou liminar que pedia direito de resposta do candidato tucano dentro do programa eleitoral da senadora Vanessa Grazziotin.

Agressão

No último dia 11, durante sua chegada a uma emissora de TV local, a qual promoveu debate entre prefeituráveis de Manaus, Vanessa Grazziotin disse, em princípio, que foi atingida por um ovo, mas depois mudou a versão e, em depoimento à polícia, quando formalizou um Boletim de Ocorrência (BO), a candidata disse que recebeu uma cusparada.

Desde então, o candidato tucano vem divulgando uma versão na qual afirma que o episódio tratou-se de uma farsa. Já Vanessa, utilizou seu programa eleitoral na TV e rádio para divulgar, por meio de uma interlocutora, que a autoria do ato foi de um cabo eleitoral de Arthur. A polícia investiga o caso.