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Maioria dos conselheiros no TCE ignora lentidão da ALE-AM

Cinco membros do TCE trataram com indiferença atraso na votação do projeto que acelera julgamentos 14/09/2012 às 07:48
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Conselheiro Júlio Cabral afirma que demora na votação do projeto foi motivada pela pressão feita pelos prefeitos
AUGUSTO COSTA Manaus

A morosidade da Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM) na tramitação do projeto de lei que acelera o julgamento de contas de gestores públicos é ignorada pela maioria dos membros do Tribunal de Contas do Estado (TCE).  Nessa quinta-feira (13), A CRÍTICA ouviu cinco conselheiros, um auditor e o procurador-geral do órgão sobre o assunto. Apenas dois deles cobraram mais celeridade na votação da proposta. Os demais trataram o caso com indiferença.

Segundo o conselheiro Júlio Cabral, a única razão para tanta demora é a pressão política exercida pelos principais alvos do projeto de lei, os prefeitos.  “É por isso que eu digo que a justificativa da Assembleia não botar em pauta é porque é ano político. Então, como o parlamentar infelizmente é ligado a prefeitos, não prejudicar os prefeitos esse ano, para eles, é ótimo”, disparou Júlio Cabral.

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