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Manaus
Economia, comércio, Consumo, fecomércio, ICC

Manauara é otimista quanto a situação econômica, aponta pesquisa

Dos 400 consumidores entrevistados, 63,7% relataram que a situação econômica atual, quando comparada a abril de 2011, encontra-se um pouco ou muito melhor 16/04/2012 às 13:21
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Apesar dos níveis baixos, os consumidores continuam com suas intenções de compra para bens de natureza pessoal
acritica.com Manaus

Uma avaliação do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da cidade de Manaus revelou que os consumidores manauras estão mais confiantes no mês de abril. A pesquisa foi elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Estado do Amazonas (Fecomercio/AM).

Dos 400 consumidores entrevistados, 63,7% relataram que a situação econômica atual, quando comparada a abril de 2011, encontra-se um pouco ou muito melhor. Sendo que para 29,8% permanece igual e para 6,5% está pior.

Quanto à expectativa econômica do consumidor, observou-se que 69,7% acreditam que a economia do Amazonas para os próximos seis meses estará um pouco ou muito melhor, 28,8% relataram que permanecerá inalterada e 1,5% acreditam que estará um pouco pior do que a situação atual.

Já em relação a situação financeira familiar, constatou-se que para 50,3% dos consumidores entrevistados não mudou quando comparada ao mês anterior.

Entretanto, para 48,5% dos consumidores a situação financeira da família está um pouco ou muito melhor, e para 1,2% está um pouco pior.

Os consumidores continuam otimistas, quanto à situação financeira da família para o próximo mês. A pesquisa mostrou que 57,0%  dos entrevistados acreditam que a situação estará um pouco ou muito melhor, 42,8% acreditam que não haverá mudanças e 0,2% que a situação estará um pouco pior.

Quando perguntado sobre a oportunidade de emprego em Manaus, comparada ao mesmo período do ano passado, observou-se que 30,3% dos entrevistados relataram estar um pouco ou muito mais difícil conseguir um emprego. No entanto, 36,9% dos entrevistados indagaram que conseguir um novo emprego está um pouco ou muito mais fácil quando comparado com o mesmo período do ano passado. Já para 32,8%, as chances de recolocar-se no mercado de trabalho permanecem inalteradas.

Apesar dos níveis baixos, os consumidores continuam com suas intenções de compra para bens de natureza pessoal. Nesse contexto, destacam-se os setores de vestuário (25,0%), calçados (16,8%), utilidades domésticas (6,8%), tecidos (6,3%), materiais de construção (4,5%) e móveis juntamente com decorações (4,0%).

Quanto ao local onde os consumidores costumam fazer compras, a preferência de 71,5% dos entrevistados continua sendo o centro da cidade. Entretanto, 14,7% preferem fazer suas compras no comércio local e 13,8% nos shoppings da cidade.

Quando indagados sobre os fatores que influenciam na escolha do local de compras, 60,0% dos consumidores apontaram os preços, seguidos da variedade de produtos (32,5%), variedade de lojas (28,8%), promoções (21,5%), localização (12,5%), segurança (6,3%).