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Manaus
Cotidiano,Paralisação,Vigilantes, Transporte Coletivo, casas noturnas, Rodoviários

Manifestação, greves e ações de fiscalização movimentam o primeiro dia de fevereiro em Manaus

Enquanto vigilantes e rodoviários paralisam os braços por questões trabalhistas, asseguradas em lei, donos de casas noturnas interditadas pela Prefeitura pressionam para reunirem-se com o prefeito Artur Neto  01/02/2013 às 10:50
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Grupo de rodoviários reunidos na garagem da empresa Líder
acritica.com Manaus

Fevereiro começou movimentado na cidade de Manaus. O primeiro dia do mês iniciou com a paralisação de uma empresa de transporte coletivo; greve de vigilantes e manifestação em frente à sede da Prefeitura, localizada no bairro Compensa, na Zona Oeste da cidade.

A paralisação de vigilantes compromete o atendimento de bancos.

“Não iremos permitir que as agências bancárias abram. Estamos tirando todos os vigilantes de dentro das agências bancárias, para que se juntem ao movimento”, informa o diretor do Sindicato dos Vigilantes do Amazonas (Sindevam), Adolfo Torres.  

Transporte
Pelo menos 250 funcionários da empresa de transporte coletivo ‘Líder’ cruzaram os braços na manhã desta sexta-feira (1º) reivindicando pagamento de horas extras, feriados e etc. Os ônibus da ‘Líder’ atendem a usuários das zonas Norte e Leste de Manaus.

A presidente da Federação das Cooperativas de Transporte do Amazonas (Fecotram) Walderizia Melo, ressaltou que os veículos do transporte executivo foram acionados para dar suporte aos usuários, para que eles não ‘fiquem na mão’.

Casas interditadas
O público esperado para a manifestação gira em torno de 300 pessoas, que devem chegar ao local distribuídos em quatro ônibus, levando funcionários, seguranças, garçonetes e membros de bandas de 70 estabelecimentos interditados pela fiscalização.

“Ontem (quinta-feira, 31), na reunião com a assessoria dele (Artur Neto), eles pegaram nosso número e ficaram de ligar para agendar o encontro. Como não foi confirmado, resolvemos vir aqui aguardar por ele”, disse Marcelo Oliveira, um dos integrantes da comissão de proprietários manifestantes.