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Médicos do Amazonas irão aderir à paralisação de nacional

O protesto nacional reivindica reajuste de honorários, inserção de regras claras de reajuste e periodicidade nos contratos com as operadoras e o fim da interferência antiética das operadoras na relação médico-paciente.  02/10/2012 às 17:48
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Com a suspensão da Agência Nacional de Saúde (ANS) de 301 planos de saúde proibidos de serem comercializados no país, a partir desta sexta-feira (5), volta à discussão a mobilização de médicos, neste mês de outubro, contra supostos abusos cometidos por planos e seguros de saúde.

A assessoria de comunicação do Sindicato dos Médicos do Amazonas informou que o Estado deverá, sim, integrar a mobilização. Ainda por meio de assessoria, Dr. Mario Vianna afirmou que no dia 10 de outubro acontece o protesto nacional que pode incluir a suspensão do atendimento por período determinado. “É importante que todos os médicos possam aderir ao movimento, por isso pedimos que os pacientes sejam informados da suspensão do atendimento pelos convênios”, disse.

O protesto nacional reivindica reajuste de honorários, inserção de regras claras de reajuste e periodicidade nos contratos com as operadoras e o fim da interferência antiética das operadoras na relação médico-paciente. 

No Amazonas existem aproximadamente 300 mil usuários de planos de saúde. O representante do sindicato dos médicos enfatizou que existe grande insatisfação dos usuários pelos serviços prestados no Estado e dificuldade nos diálogos com as empresas prestadoras dos serviços privados.

Documento ao Ministério

O Ministério da Saúde recebeu, nesta terça-feira (2), um comunicado sobre a realização de protesto organizado pelos médicos contra as empresas que operam no setor da saúde suplementar.

No documento, os profissionais ressaltam que o protesto exprime a preocupação dos médicos com os riscos de desassistência gerados pelas operadoras de planos de saúde ao recusarem o diálogo e estagnarem os entendimentos entre os profissionais e as operadoras.