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Menina de 10 anos é vítima de estupro na Col. Antônio Aleixo

Acusado pelo crime, Romário Moraes Correa foi imobilizado por moradores do bairro quando tentava fugir; criança foi levada a SPA para atendimento psicológico por causa do trauma 09/05/2014 às 20:03
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Romário foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável e encaminhado à Depca
Kelly Melo Manaus (AM)

Um homem identificado como Romário Moraes Correa,  26, foi preso no final da manhã de ontem, suspeito de estuprar uma menina de apenas 10 anos de idade na Zona Leste da capital. De acordo com informações do Conselho Tutelar da área, Francisco Castro, o suspeito aparentava estar drogado e bêbado.

Segundo o conselheiro, a vítima relatou que, por volta das 9h, no momento em que passava pela rua São Francisco, no bairro Colônia Antônio Aleixo, o suspeito a puxou e a arrastou para um terreno baldio, onde praticou a violência sexual. “Uma vizinha viu o que estava acontecendo e correu para cima dele com um pedaço de pau nas mãos. Ela chamou outros vizinhos que também correram para ajudar”, relatou o conselheiro.  Ainda segundo Castro, o agressor chegou a ameaçar matar a menina.

Policiais militares da 28ª  Companhia Interativa Comunitária (Cicom) foram acionados pela população para prender o suspeito, que foi encontrado bastante machucado.

Antes da polícia chegar, Romário tentou fugir segurando a camisa e a bermuda nas mãos e foi imobilizado pelos moradores que, revoltados, o agrediram fisicamente. Segundo informações dos militares, o suspeito chegou a desmaiar de tanto apanhar da população.

O homem foi levado para a Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (Depca), localizada no conjunto Bela Vista, bairro Planalto, na Zona Centro-Oeste, onde ele foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável.

Traumatizada

O conselheiro tutelar Francisco contou que a criança de 10 anos estava tão assustada, que não conseguia parar de chorar. Traumatizada, ela chegou a ser atendida no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Chapô Prevost, no mesmo bairro, para só depois ser conduzida ao Instituto Médico Legal, na Zona Norte, para os procedimentos cabíveis. Após realizar o exame de corpo de delito, a menina também foi conduzida à DEPCA para prestar depoimento.