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Mesmo sem praia liberada, Ponta Negra é ponto de encontro e de lazer em Manaus

Após revitalização, o balneário considerado o cartão postal da cidade, voltou a ser espaço de lazer e descontração entre familiares e amigos 23/03/2013 às 12:17
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A Ponta Negra, que havia perdido o status de ‘point’ da vida noturna em Manaus, voltou a ser um reduto de desportistas e famílias em busca de lazer e sossego
Náferson Cruz Manaus

A praia da Ponta Negra sempre foi um dos cartões postais mais importantes da cidade por sua agitada vida noturna. Mas, em decorrência de vários problemas de infraestrutura, entre elas a falta de segurança, o local foi fechado. Entretanto, com a revitalização, a Ponta Negra voltou a se tornar um espaço de lazer e descontração destinado às famílias, com anfiteatro, mesas para jogos de xadrez, dominó e dama, espaços para crianças, além de estabelecimentos que dão vida e movimento ao lugar.

A área de lazer também dispõe de uma moderna arquitetura com um audacioso projeto paisagístico, além do glamour da orla do rio Negro. Há ainda bancos para descansar, ler um jornal, pintar uma aquarela, gramados, uma fonte, chafariz e o comércio alternativo com pipoqueiros, barracas de cachorro quente, carrinhos de sorvete, vendedores de balões e, claro, barracas do tradicional tacacá.

A designer Luana da Silva Nunes, 26, disse que enfrenta uma rotina desgastante com o trânsito e voltou a desfrutar da Ponta Negra para passear com a filha. Segundo ela, o local está se tornou uma opção de convívio e lazer. “Agora ficou bem mais interessante, principalmente para as crianças, que têm um ambiente mais tranquilo, bem como para os turistas que nos visitam”, destacou. Luana também enfatizou que a mesma estrutura, com estabelecimentos comerciais e opções de lazer, deveria ser implementada em outras áreas da cidade. “Temos o Parque dos Bilhares, mas não atende com essa visão estrutural”, completou a designer, moradora do Residencial Ponta Negra 1.

Para Cláudio Barros, técnico administrativo, a nova Ponta Negra proporciona à comunidade momentos de integração familiar e diversão aliada à cultura. “Essa é uma estrutura ótima para passeios com a família”, comentou Barros, enquanto passeava com o filho de sete meses e a mulher.

Preços ‘salgados’

Apesar do local bastante atrativo, parte dos frequentadores se queixa dos elevados preços cobrados para degustar da vasta gastromonia do local (tacacá, sushi, sorvete, bebidas, salgados, entre outros). Entretanto, outra parte de frequentadores discorda. Para eles, é válido pagar R$ 15 por uma cuia de tacacá, em razão do padrão e qualidade dos serviços oferecidos no local.