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Motoristas de executivos pedem segurança e justiça em protesto na Zona Norte de Manaus

Cerca de 30 micro-ônibus executivos fecharam a avenida Max Teixeira, uma das vias principais da entrada da Cidade Nova, onde um motorista foi morto na noite de sexta-feira (14) 15/02/2014 às 15:53
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Motoristas fazem passeata pedindo Justiça e segurança para a categoria
Jaíze Alencar Manaus (AM)

Na tarde deste sábado (15), cerca de 300 pessoas participaram de uma manifestação conduzida por motoristas de executivos, que pedem  egurança e justiça para a categoria. O protesto bloqueou a avenida Max Teixeira, próximo à entrada do bairro Cidade Nova, na Zona Norte de Manaus, por algumas horas, comprometendo o trânsito na região.

A manifestação ocorreu após a morte de Carlos Alberto Gomes Monteiro, 43 anos, na noite de sexta-feira (14), vítima de um latrocínio dentro do próprio micro-ônibus que dirigia.

Os companheiros de Carlos acompanharam o velório do motorista, realizado na manhã deste sábado na Escola Municipal Professora Jarlece da Conceição Zaranza, localizada na avenida Coronel Sávio Belota, bairro Amazonino Mendes, e seguiram em carreata até o local em que o motorista foi morto.

Chegando lá. eles pediram que os culpados pela morte do motorista fossem punidos e que o Poder Público olhasse para a categoria que trabalha sem segurança na cidade.

Um dos líderes da cooperativa Cooptal, Francisco Rubenildo Nascimento, disse que a categoria anda temerosa.

“Só trabalhamos assustados, deixamos de pegar passageiros de bem com medo pois não sabemos em quem confiar. E os passageiros também estão deixando de utilizar o transporte por causa do medo. Nossos representantes precisam fazer algo”, desabafou.

Francisco afirma que já foi assaltado duas vezes e que já está cansado de ficar a mercê dos assaltantes.

“É assalto todos os dias! A (avenida) Max Teixeira já se tornou um ponto fácil 'pros' bandidos, já que eles sempre agem nessa via. Cadê o policiamento? Cadê a Ronda (nos Bairros)?”, questionou.

Agentes do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) acompanharam a manifestação no intuito de não deixar o trânsito ficar mais complicado do que já estava. A ação durou cerca de uma hora, ao todo.